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Continuando com a Comemoração dos 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pela Igreja Nossa Senhora do Rosário e seu Jardim, ou seja, o Jardim da Praça Dr. Barreto.

 

A Igreja Nossa Senhora do Rosário

Antigamente sempre que se fazia um povoado por menor que fosse era erguida uma Capela, com a vinda da família Real em 1808 é que se deu a fundação de núcleos já existente elevado à Vila por Decreto Real com uma Carta Regia, como foi o caso de Casa Branca.

 A Capela do Rosário já existia por ocasião do Alvará de Vila era coberta de sapé, como também o Padre Francisco Godoy Coelho já era o vigário, que veio para essas terras por já existir uma capela e um povoado. O Rosário e sua Irmandade eram uma Fé geral seguida pelos tropeiros, viajantes, moradores e escravos em toda colônia que vira Reino Unido,  e muitas vezes a primeira Capela de um povoado era dedicada a Nossa Senhora do Rosário.

Igreja do Rosário

Igreja do Rosário

Esse desenho é de Miguel Dutra (1854), a Primitiva Igreja do Rosário, está no Museu Do Ipiranga em São Paulo, reprodução feita por João Dorat de fotografia fornecida pelo Sr. Afonso de E. Taunay, assim como o desenho do cemitério, que hoje é a Praça Dr. Barreto.

 

Primeiro Cemitério de Casa Branca

Primeiro Cemitério de Casa Branca

 

 A Capela do Rosário foi elevada a Matriz entre 1814 e 1818 e ficou como Matriz da cidade até a construção e reconstrução da Igreja Nossa Senhora das Dores, período de 1843 até 1907.

O Padre Francisco Godoy Coelho  vigário da paróquia (natural de Itu-SP),  faleceu em 04 de outubro de 1835 e foi sepultado no interior da Capela, mas com tantas reformas que ela sofreu ao longo dos anos, perdeu-se a localização do túmulo.

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Outros importantes membros da sociedade local também foram sepultados dentro da Capela do Rosário, como era de costume, entre outros estão o Capitão Diogo Garcia da Cruz em 1839 (natural do Curato de são João Neponuceno-MG), acompanhou o oficio o sacerdote-capelão Padre Manoel Joaquim das Dores, da cidade mineira Dores do Pantano-MG, e mais tarde sua esposa Inocência Constança de Figueiredo moradores da Fazenda ALEGRIA que deu origem a Mococa; Bento Dias Garcia em 1825(natural de Lavras do Funil – MG) , o Soldado João França (natural da Vila de São Vicente-SP) – Fiscal da Coroa 1802.

 

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Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Em 1851 foi criada a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, para direção da mesma foram eleitos  Vicente Ferreira de Silos Pereira e  José Caetano de Lima, respectivamente, os futuros Barões de Casa Branca e Mogi Guaçu. Em 1853 em Ata a Irmandade do Rosário agradece aos munícipes a doação de “um conto de réis” para ajudar o término da Igreja, já que os recursos da Irmandade não eram suficientes.

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Em 1912 uma nova reforma, no dia 11 de fevereiro após a missa celebrada na Capela do Rosário as imagens foram levadas em procissão para a Igreja Matriz (Nossa Senhora das Dores já construída), já que a tradicional igreja da cidade iria ser totalmente reformada. Sua reinauguração ocorreu em 01 de novembro de 1914, com procissão e missa solene. Ao término da procissão na Igreja Matriz, o Vigário Padre Benedito Telles de Sant’Ana, falou da importância da reinauguração do primeiro “Marco da História Casa-branquense”. Encerrando as festividades houve cinema ao ar livre na Praça Barão de Mogi Guaçu.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Lúcia Zanetti - 2014

Foto Lúcia Zanetti – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Agora um poema de Percival Bacci, publicado no livro “Canteiro Menor”, Editora Soma Ltda., 1982, prefaciado por Solon Borges dos Reias, enviado pelo Dr. Francisco Bueno nos comentários deste “post”.

O olhar de Deus
(Percival Bacci)

Veja primeiro se é o fim de maio
se a cidade é Casa Branca (São Paulo, Brasil)
e se é tarde de sol.

Procure a praça da Senhora do Rosário,
procure a capelinha do Rosário,
bem lá embaixo, no rumo das palmeiras,
será fácil para você,

Deus está por ali e marcou o lugar
com dois círios acesos, atrás da capelinha
e é bom ir logo para ver.

Tem que ser você mesmo, nada vale eu contar,
as palavras são pobres, como as tintas, como as telas
dos pintores, também presentes,
caladíssimos, humílimos,
sofrendo aqueles ipês.

Tem que ser você mesmo
para olhar, para olhar, para olhar.

Não a terra. Não a relva assentada.
Não o tronco, os ramos, as folhas,
não sequer a chama dos círios
– as flores alucinadas
que estão pondo martírios
e profundas olheiras
na tarde transfigurada!

A poesia está na praça. Não é a árvore.
Nem a capela, que tanto gosto dá ver.

Mas quando você vier,
ela estará nos seus olhos roxos,
tintos das flores-olhos-milagres
com que Deus se faz ipê .

Sim, é Deus que está ali, sorrindo,
Olhando para você!

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

Para minha tristeza e de vocês também, não consegui uma foto do interior da Igreja Nossa Senhora do Rosário, mas assim que conseguir vou postá-las.

 

O Jardim da Praça do Rosário – Jardim da Praça Dr. Barreto

 

 

Em 1921 os jornais da cidade reclamavam das depredações no coreto e arvoredos da Praça Dr. Carvalho, atualmente Praça Dr. Barreto, classificavam como ato de vandalismo e pediam que as autoridades tomassem providências.

Em março de 1935, foram inauguradas a reforma e a nova iluminação da Praça Dr. Barreto.

 

Luís Gonzaga Zanchetta - Anos 50

Luís Gonzaga Zanchetta – Anos 50

 

Família Zanchetta

Família Zanchetta

 

Miriam Zanchetta com o filho Cláudio.

Miriam Zanchetta com o filho Cláudio

 

Família Zanchetta no coreto da Praça Dr. Barreto.

Família Zanchetta no coreto da Praça Dr. Barreto

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

fonte de pesquisa : dados fornecidos pelo Professor Adolpho Legnaro Filho,  e extraído dos livros de  Ricardo Gumbleton Daunt em O Capitão Diogo Garcia da Cruz, e Genealogia dos Entrantes de Vicente Cardoso.
 

Uma boa viagem a todos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

Continuando com a  Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pelo Santuário Nossa Senhora do  Desterro.

 

Santuário de Nossa Senhora do Desterro oriundo de pequena capela construída por João Gonçalves dos Santos em 1852 e reconstruída diversas vezes.

“Final do ano de l869. Na penumbra do cerrado existente na colina, no silêncio, o vulto de um homem, aparentando seus cinqüenta anos, quedo em oração, busca consolo para a angústia de sua alma. Esse homem – Coronel João Gonçalves dos Santos – atribulado pelas provações, lembra-se que só em Deus encontraria paz e resignação para os seus sofrimentos. Como homem de fé, ele tem em seu pensamento o mistério da fuga da Sagrada Família para o Egito. Imagina, com os olhos da fé, as angústias da aflita Mãe e seu doloroso exílio. Inspirado na piedade e na confiança de Maria, exclama: “Queridíssima e aflita Mãe! É do vosso agrado que eu levante aqui, neste ermo, uma Capela em sua honra? Livrai-me, pois, dos grandes males que me afligem”…O Coronel é atendido em sua súplica, obtendo a graça. Reconfortado, inundado de paz e alegria, cumpre, imediatamente, a sua promessa. E assim, a pequena Capela, simples e modesta, sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro é erguida, como testemunho de sua devoção, de gratidão e de amor à Mãe de Deus.”

 

Igreja do Desterro

 A Capela de Nossa Senhora do Desterro, que hoje vemos na Colina do bairro do mesmo nome, foi construída em 1936, pelas mãos operosas do inesquecível sacerdote estigmatino Padre Luís Maria Fernandes. Mas a sua origem remonta ao ano de 1869, quando o Coronel João Gonçalves dos Santos, cumprindo promessa feita à Virgem Maria, erigiu uma humilde capelinha no lugar denominado Alto da Boa Vista, local inserido na antiga Fazenda Casa Branca. O Coronel João Gonçalves faleceu em 17 de setembro de 1926 e foi sepultados na Capela.

 

desterro

Conta a história, principalmente os descendentes do Coronel, que a imagem que repousa no altar da Capela veio de Portugal. O Coronel e seus familiares reuniam-se em torno dela para, diariamente, rezarem o terço. No entanto, outras pessoas também foram se achegando à família e passaram a frequentar os momentos de oração diante da imagem, surgindo a necessidade de aumentar a pequena capela.

luiz carlosEm 13 de julho de 1926 volta a ser realizada, depois de vinte e cinco anos, a Festa de Nossa Senhora do Desterro. A última quermesse tinha acontecido em 1901 e recomeçou de 13 a 25 de julho de 1926 permanecendo sem interrupção até hoje.

 

Dia a dia aumentavam as pessoas que procuravam a Virgem Santa, para um pedido ou para uma oração. Diante disso, em 27 de abril de 1890, o Cônego Miguel Martins da Silva, vigário da paróquia, celebrou ali a primeira missa. Mas o fluxo popular continuava a crescer com o correr do tempo e a capelinha tornara-se pequena, e ainda mais, quase em ruínas, ameaçando desabar. Sob a orientação do Cônego Oscar Sampaio Peixoto – pároco de Casa Branca – no ano de 1931, ela foi reformada e ampliada. Ainda assim não foi suficiente. Em 1936, quando a paróquia passou para as mãos dos Padres Estigmatinos, o Padre Luís Maria Fernandes resolveu demolir a antiga igreja e construir uma outra, bem maior e que poderia atender ao grande movimento de romeiros e fiéis, sofrendo algumas alterações, principalmente na fachada. E até hoje, ela está servindo a todos, propagando a devoção à querida Mãe – Senhora do Desterro.

 

procissão desterroProcissão para Capela do Desterro, onde depois da missa começava a Festa do Desterro.

 

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O Santuário, dedicado a Nossa Senhora do Desterro, construção de 1936, tornou-se um verdadeiro oásis espiritual, recebendo peregrinos de diversos pontos do Estado, principalmente no mês de Agosto, quando, há mais de 80 anos, ocorre a tradicional Festa do Desterro. É um dos maiores orgulhos de Casa Branca. Possui amplo centro pastoral, salões para festas e confraternizações, livraria católica e sala de milagres, destinadas às mais diversas atividades, formam um conjunto harmonioso que enobrece o Bairro do Desterro, onde está localizado.

desterro 2

 

santuário

Anexo ao Santuário, encontra-se a Livraria Nossa Senhora do Desterro, uma das mais completas lojas de artigos religiosos da região, oferecendo aos visitantes livros, cds, camisetas e materiais religiosos em geral.

Enriquecendo o conjunto, funciona em amplas instalações a moderna Rádio Difusora de Casa Branca, emissora diocesana de radiodifusão, criada em 1956 – há mais de 50 anos em atividade – com equipamentos de última geração e seus funcionários altamente capacitados, tornando-a uma das emissoras AM de maior audiência na região.

 OLYMPUS DIGITAL CAMERAAntigamente a Rádio Difusora de Casa Branca funcionava nesse prédio, na Praça Barão de Mogi Guaçu.

Integra, ainda, o conjunto o antigo seminário de formação de irmãos estigmatinos – hoje Centro Pastoral Diocesano Dom Tomás Vaquero,  totalmente reformado e que recebe, anualmente, milhares de pessoas para os mais diversos encontros oferecidos pela Igreja Católica.

Ao fundo de todas as construções, está a casa das Irmãs Franciscanas, religiosas que vieram da Itália para o Brasil e aqui desenvolvem a sua pastoral.

 

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Um tanto abandonado, o Santuário precisava de uma pessoa dinâmica e entusiasmada para reerguê-lo. Um jovem sacerdote diocesano – Padre José Mário Ribeiro – foi nomeado para as funções de Reitor do Santuário do Desterro. Assumiu suas funções em 1991, e imediatamente lançou mãos às obras, fazendo com que o Desterro renascesse para um presente glorioso, tornando-o parte integrante de, praticamente, todos os acontecimentos de Casa Branca. Com a transferência do mesmo para longes terras, Padre Carlos Eduardo Dóbies assume a Reitoria e continua o trabalho incansável de espalhar a devoção de nossa querida Mãe, a Senhora do Desterro.

 

Agora vamos ver o seu interior pelas lentes de Selma Dourador.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Atualmente, o Santuário Nossa Senhora do Desterro também faz parte do roteiro de peregrinação espiritual conhecido como Caminho da Fé, servindo de lugar de visitação e pouso para os peregrinos que saem da cidade de Tambaú em direção a Aparecida do Norte.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Flávia Lopes

Foto Flávia Lopes

 

Agora algumas fotos da Festa do Desterro.

Festa do Desterro gente que não acabava mais. Antes da procissão passavam os caminhões tanques da prefeitura molhando a rua para não levantar poeira. O pátio do Desterro ficava lotado de ônibus de várias cidades e estados vizinhos. Era a melhor festa da região. “Célia Galante”

 

Barraca de Prendas

Barraca de Prendas

 

Capelinha do Desterro
(Francisco Bueno)

A emoção é grande, o sorriso é outro, quando nestes dias que antecedem o mês de agosto vamos à “Capelinha do Desterro” fazer nossas orações ou fazer uma visita à “Santa Milagrosa”. Isso porque vemos pessoas bacanas armando suas barraquinhas, iluminando o pátio, fazendo testes com os aparelhos que tanto irão contribuir com o Serviço de Alto-Falante, a cargo da nossa querida Rádio Difusora. E a barraquinha dos jovens da Comunidade do Desterro? Ah!… lá sim é que é bacana; eles, apavorados, já estão dando um jeitinho de arrumar a maquininha de garapa, já estão preparando o fogãozinho para fazer os milhos se transformarem naquelas pipoquinhas que só eles sabem preparar. E tantas outras coisas!

O Padre Vicente, afobado, só está andando atrás de uma coisa e de outra. Coitado, não para um instante sequer. O homem certo no lugar exato. O irmão Zé Ferreira, com aquele seu já conhecido “boné verde”, dedica-se ao fabrico de brinquedos e de tantas outras coisas relacionadas ao seu serviço de marcenaria. Aliás, o irmão Zezinho é um artista de primeira categoria no seu ramo profissional. O irmão Ézio, o Levi e o Antônio Carlos, preocupados com instalações de fios, músicas etc… não param de jeito nenhum. O irmão Mário cuidando de sua hortinha. O nosso querido Irmão Roberto, com os seus trabalhos na “Sacristia da Capelinha”, já está providenciando velas, medalhas, imagens, lembranças, que os romeiros tanto procuram, levando, assim, uma recordação que nossa querida terra pode lhes oferecer. O Vitor Soares, o “Alfredão” e filhos, com seus pesados instrumentos de trabalho, estão trabalhando mais do que nunca. A turma jovem da Gráfica trabalhando na confecção de programas.

Tudo é movimentação. Tudo é animação. Tudo é interesse para que o nosso Bairro do Desterro desperte nos olhos dos visitantes o verdadeiro prazer que só a tradicional festa de agosto pode lhes proporcionar, são tantas as pessoas que, de uma forma ou de outra, contribuem para nossa festa que até mesmo seria quase que impossível citar todos os nomes, mas somente uma pessoa pode pagar-lhes todo o bem prestado. É o CHEFÃO!

Bem, falei até agora de movimentação, de animação e de interesse por parte dos trabalhadores. E nós, o que faremos? É lógico, vamos até ao Alto da Colina levar nossas orações, procurar muita alegria, e, enfim, dar nossa contribuição para a Quermesse. Por favor, lembre-se que há muitos pequeninos de nosso artesanato precisando de você. Vamos ajudar essas crianças festejando, pois COLABORAR festejando é SERVIR sorrindo!

Crônica de Francisco Bueno, publicada no jornal “Folha de Casa Branca”, edição de 30.07.1972, quando tinha apenas 17 anos de idade.

 

zanchettas festa do desterroFesta do Desterro – Família Zanchetta

 

1969

Festa do Desterro – 1969

Ana Maria Basano, Cidinha Cardoso e Lúcia.

 

1970

Festa do Desterro – 1970

Elvira Tiengo Piccolo, Sr. José Coutinho Correa e Anna de Oliveira Correa.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Renato Romano, X, José Henrique Rocha Carvalho e Agnês Cássia dos Santos.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Marina Nascimento, Ana Maria Basano, Silvinha e Ritinha Camargo, Cristina Grillo, Agnes Cássia dos Santos, Evânia.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Ana Maria Basano, Cidinha Cardoso, Ritinha Camargo, Jussara, Cristina Grillo e Liliane Boretti.

 

1974
Festa do Desterro – 1974 – Bar Fumaça

Dairce Antonialli, Maria Clara Bozeda, Marisa (SCS), Selma Cecília Bozeda, Raquel Piccolo e Marcia, o Fernando Siqueira que esta de costa.

 

Jordão, China, Pedro Ozório,  Galamba, Edinho.

Festa do Desterro – Encontro Casa-branquenses – 2009

Jordão, China, Pedro Ozório, Galamba, Edinho.

 

Raquel Piccolo, Beth Nascimento e Kim Tavares

Festa do Desterro – Encontro Casa-branquenses – 2010

Raquel Piccolo, Beth Nascimento e Kim Tavares.

 

Termino este “post” com as imagens da comemoração de Corpus Christi de 19/06/2014, no Santuário Nossa Senhora do Desterro,  pelas lentes de André Nigro.

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

fonte de pesquisa: http://www.santuariodesterro.com.br/historicodosantuario.htm

 

Uma boa viagem a todos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

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Continuando com a  Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pela Igreja Matriz e  seu Jardim,  ou seja,  o Jardim da Praça Barão de Mogi Guaçu.

 

Igreja Matriz – Igreja Nossa Senhora das Dores

“A Matriz de Casa Branca, consagrada a Nossa Senhora das Dores, impressiona a quem com ela se depara.  Se o objetivo de seus idealizadores e construtores, tal como o dos Papas do Barroco, era o de provocar impacto e deslumbramento e transmitir uma ideia de pompa e glória para lembrar o céu, muito sucesso eles tiveram.”

 

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Em 1814 era necessário que a cidade tivesse sua igreja para receber o título de Freguesia, razão pela qual o Bispo de São Paulo determinou a construção. Mas, 20 anos depois foi instalada a Igreja de Nossa Senhora do Rosário coberta de Sapé, para funcionar como Matriz, edificada entre 1814 e 1818.

A primeira missa no território casa-branquense teria sido rezada, pelo Padre Francisco de Godoy Coelho, no dia 22 de setembro de 1811, na casa de Bento Dias Garcia, proprietário da Fazenda Cocaes e que ali chegara por volta de 1790.

Nos primórdios da ocupação, e em face dela ter se dado em vários pontos desse território, os solicitantes à elevação do lugar à freguesia, a quem era exigido um parecer do bispado de São Paulo e a doação de um patrimônio para a ereção da capela, dividiram-se em três grupos: De um lado o Padre Godoy, que desejava a freguesia na Fazenda Cocaes, adquirida por ele junto a Bento Dias Garcia, sob a proteção de São Mateus; de outro, os irmãos Lara, residentes no local denominado Estiva e, ainda, o partido chefiado por José Nazaré de Azevedo, juntamente com Lourenço Martins Leme, proprietário das fazendas Lambari, Penhora e parte do local onde havia o pouso Casa Branca, na “Estrada dos Goiases, e, também Joaquim Machado, dono da fazenda Paciência ou Engenho do Rezende. O grupo da Casa Branca saiu-se vencedor, passando o lugar a chamar-se, por Carta de Criação ( Alvará) firmada, em 25 de outubro de 1814, pelo príncipe regente D. João VI, de Freguesia de Nossa Senhora das Dores da Casa Branca, com a nomeação do Padre Francisco de Godoy Coelho como primeiro pároco.

Muito embora tenha sido nomeado pároco da nova freguesia, mas contrariado pela derrota, o Padre Godoy , nos primeiros tempos, continuou a morar e proceder a ofícios religiosos na Cocaes, dirigindo-se Casa Branca nas datas religiosas principais. Todavia, para ser simpático, doou aos habitantes da freguesia uma imagem de Sant’Ana. Esta imagem, por algumas vezes, desapareceu da igreja, aparecendo na Fazenda Cocaes, o que obrigava o povo ali buscá-la. O Padre Godoy, aproveitando-se da situação, dizia em seus sermões, gravemente: “Devotadíssimos irmãos: a Santa não quer ficar em Casa Branca!”. Desconfiados, o fiel Joaquim Machado, um dos pioneiros da fundação da cidade, e outros companheiros puseram-se de vigília e surpreenderam um escravo do padre, de nome Isaías, subtraindo ainda mais uma vez a imagem. Descoberta a farsa, no outro dia, quando foi rezar a missa, o Padre Godoy proclamou: “Devotadíssimos irmãos, a santa resolveu ficar em Casa Branca!”.

 

Matriz em construção sem cúpula central

Matriz em construção sem cúpula central

 

Para a formação do patrimônio, José Nazaré de Azevedo doou área equivalente a “32 alqueires de planta de milho”, entre os córregos Espraiado e Frutuoso, onde existiria a casinha branca que deu origem ao nome da cidade, até o cemitério, onde hoje está edificada a EE “Dr. Francisco Thomaz de Carvalho ( Escola Normal).

As obras da Matriz foram iniciadas em 1843, levando 45 anos para serem concluídas,  possui estilo eclético neo-renascentista e foi inaugurada oficialmente e o solenemente em 08 de setembro 1888, mas na madrugada de 23 para 24 de dezembro do mesmo ano a igreja  pegou fogo, o qual a consumiu depois de 9 dias. O incêndio foi causado por vela deixada acesa junto ao altar-mor.

 A reconstrução se iniciou imediatamente, mas em 1893,  já na fase de madeiramento, foi verificado um sério problema no alicerce, teve de ser demolida, iniciando-se imediatamente sua reedificação.

 

2cEsta foto foi depois do incêndio, foi a reconstrução, a torre da direita foi a que restou da antiga Matriz.

1890

1890

 Em 1893, A comissão de obras, presidida pelo fazendeiro José Caetano de Lima ( Barão de Mogi Guaçu) e constituída por Honório de Silos, Urias Gonçalves dos Santos, Francisco Eugênio de Lima e pelo Padre Cândido José Correa, contratou a reconstrução da matriz. Quanto à planta, não existe um consenso sobre quem a elaborou. Fala-se de um arquiteto italiano e de um engenheiro do Rio de Janeiro e mesmo de um irmão leigo salesiano, de nome Del Picano. Os empreiteiros foram João Argenta e Luiz Argenta, de Espírito Santo do Pinhal.

 

Procissão 1930

Procissão 1930

 

Empenharam-se na construção, os párocos Félix Brandi ( 1898 a 1907) e Benedito Telles de Sant’Ana ( 1907 a 1925). A campanha para a pintura, inclusive interna, e o início foi no período do Cônego Oscar Sampaio ( 1925 a 1932) e confiada a um artista italiano vindo de São Paulo, tendo sido concluída no período do Padre João Neves Cólen ( 1932 a 1936).

 

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“O seu exterior, quanto à arquitetura, é uma mescla de estilos: clássico, barroco e renascentista. O frontão é clássico, triangular, com cornijas e frisos lisos, sobre um hall colunado, situado no lado externo de uma parede que cerca o interior. Sustentam o frontão 4 colunas da ordem dórica, inclusive o capitel.”

 

2Matriz reparem que os postem ainda são de madeira

 

2Matriz foto tirada do Clube Casa Branca reparem_que_o_poste_ainda_é_de_madeira

 

matriz 1947

matriz

 

3Igreja anos 60

 

 

Saída da missa anos 60

Saída da missa anos 60

 

3Matriz vista por outro angulo anos 60

 

4matriz (2)anos 70

 

Foto de André Nigro

Foto  André Nigro

 

Foto de André Nigro

Foto  André Nigro

 

M3391M-1011

Selma Dourador

Foto  Selma Dourador

 

Foto de Selma Dourador

Foto  Selma Dourador

 

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Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Célio Gobetti

Foto Célio Gobetti

 

Foto Célio Gobetti

Foto Célio Gobetti

 

Interior da Igreja com a pintura já restaurada.

Interior da Igreja com a pintura já restaurada.

 

Agora vamos ver o  seu magnífico interior pelas “lentes” de Selma Dourador e Marcelo Basilone.

“O interior é barroco. As torres laterais e a nave, que é interrompida transversalmente pelo transepto, formando a cruz latina. Sobre a conexão na nave com o transepto, em formato hemisférico, a cúpula renascentista eleva-se sobre um tambor com colunas. As nervuras feitas com pintura branca afunilam-se na direção do topo, conduzindo a um ponto onde cruzam o pé da lanterna. Assim como a cúpula descansa nas cornijas horizontais do tambor, a lanterna apóia-se no anel horizontal do ápice da cúpula.”

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

A porta de entrada toda entalhada em madeira nobre.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Marcelo Basilone

Foto Marcelo Basilone

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Marcelo Basilone

Foto Marcelo Basilone

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Uma beleza incrível em cada detalhe e lembro perfeitamente que antes do restauro era ainda mais linda, mas muitas pinturas estavam desgastadas, principalmente das colunas,  que foram totalmente modificadas, também me recordo que Ganymedes José esteve  na comissão desse restauro.

 

Cristo Redentor  da Igreja Matriz

 

2cristo

 

Em 25 de julho de 1931 foi inaugurado o Cristo Redentor em frente a Igreja Matriz. Pesando 650 quilos sua obra foi executada por Agostinho Odísio, de Pouso Alegre. Foi abençoada por Dom Alberto José Gonçalves, Bispo de Ribeirão Preto, com a presença do Paróco Conhego Oscar Sampaio e grande número de fiéis.

 

 

3cristo Matriz

 

cristo matriz

 

Foto Alfredo Barzon

Foto Alfredo Barzon

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Jardim da Matriz – Praça Barão de Mogi Guaçu

jm 1

Em 27 de abril de 1929 as obras do novo jardim público da Praça Barão de Mogi Guaçu estavam bem adiantadas. Projetado pelo Prefeito Teodoro Volponi, Escultor e Artista. O jardim estava recebendo bancos oferecidos pelos comerciantes e fabricados por Jorge Bonetti. Até os dias a maioria destes bancos ainda resiste à ação do tempo.

 

Jardim antes da reforma.

Jardim antes da reforma.

 

1940

1940

 

1

 

5a jardins

Um dos jardins mais belos, podemos ver o capricho do “Jardineiro Santin” ou seja o Sr. Santo Giácomo,  que fazia esculturas nos “cedros”.

 

jardim 2

 

4

 

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5

 

Maria Espíndola Trani e João Trani

Beth Espíndola- 1946

 

Maria Espíndola Trani e João Trani

Maria Espíndola Trani e João Trani  – 1947

 

Terezinha, Magdalena e Lourdes

Terezinha Silva, Magdalena Silva  e Maria Lourdes Silva – 1948

 

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jm

 

 Marilena Tonelli, Madalena  Bozzeda e Alba Aiello - 1956

Marilena Tonelli, Madalena Bozzeda e Alba Aiello – 1956

 

 Madalena Bozzeda, Marilena Tonelli e Alba Aiello - 1956

Madalena Bozzeda, Marilena Tonelli e Alba Aiello – 1956

 

10

3matriz anos 60

 

jardim n

 

Família Madureira - 1957

Família Madureira – 1957

 Crianças da direita p/ esquerda: Ademar, Pedro Jorge, Sonia, Josefa, José Osvaldo(Nenéco), João. Adultos: Vera,  Zezão, Lizota e Da. Maria Madureira.

Família Madureira - 1957

Família Madureira – 1957

Crianças dir. P/ esquerda: Pedro Jorge, Ademar, Nenéco e João. Em pé Sonia, sentada Josefa. Adultos: Zézão,  Vera, Da, Maria Madureira e Lizota – Fotos antigas tiradas pelo Rolley Foto.

 

Família Araujo - 1957

Família Araujo – 1957

Shell, Maco, Aninha, Regina com Tadeu no colo.

 

Família Bozzeda - 1957

Família Bozzeda – 1957

Lúcia Helena, Maria Clara e Selma Cecília.

 

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Amigas no jardim - 1967

Amigas no jardim – 1967

Marisa Talamoni, Hélcia Bruno de Lima, Lúcia Helena e Selma Cecília Bozzeda.

 

Zica Pistelli - 1972

Zica Pistelli – 1972

 

1991

1991

Irmãs no Jardim da Matriz – Selma Cecília, Lúcia Helena e Silvia Cristina Bozeda.

 

 Com o passar dos anos não temos mais o “Jardineiro Santin”, e o Jardim da Matriz esta assim:

 

1coreto do jardim

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto  Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

4

 

5coreto

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

O chafariz ficava no Largo na Boa Morte e foi transplantada na Praça Barão de Mogi Guaçu.

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Fonte de pesquisa: http://spcidades.com.br; http://www.plataformaverri.com.br; Textos históricos enviando pelo Professor Adolpho Legnaro Filho.
 
 

Foi uma longa viagem, mas valeu a pena ver cada foto.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

 

 

 

 

2Rotunda de Casa Branca

Continuando com a Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos relembrar mais alguns lugares que fizeram parte da nossa história, como as Estações de Trem e o encanto que elas tinham.

 

Vamos começar com a Velha Estação da Mogiana – Estação Casa Branca

A estação original de Casa Branca foi inaugurada ao tráfego em 14 de janeiro de 1878, sob o comando do Chefe Albino da Silva Espindola, dos telegrafistas Vicente Bittencourt e Antoni Farani; maestrino José Ivo de Souza Leite; portadores Lauro de Souza e Bonifácio, foi aberta como ponta de linha do tronco, assim permanecendo até 1882, quando foi inaugurado o trecho Casa Branca-São Simão. Da estação de Casa Branca saía, desde 1890, o ramal que levava a Mococa e a Guaxupé. Funcionou como estação principal da cidade até o ano de 1951, quando foi inaugurada a estação nova da cidade, que passou a atender ao tronco e à saída do ramal. A estação antiga, então, ficou sendo a primeira do ramal de Mococa, que passou a ter como ponto inicial Casa Branca-Nova, e passou a ser chamada de Casa Branca Ramal. Depois de desativada em 1988, a estação de Casa Branca-Ramal serviu de sede para o pessoal da eletrificação do trecho Campinas-Ribeirão Preto, e para estocagem de material elétrico. Essa eletrificação, entretanto, nunca passou de Casa Branca.

 

casabranca9301

2estação velha 3Podemos ver com nitidez a Rotunda.

 

rotunda

 A rotunda de Casa Branca ficava no pátio ferroviário da estação de Casa Branca, da Mogiana. Este pátio foi desativado parcialmente em 1951, com a abertura da nova estação (Casa Branca-nova), em ponto diferente da linha-tronco e fora da cidade. É possível que a demolição da rotunda tenha se dado nessa época, mas temos de lembrar que as duas estações ainda mantiveram sua ligação até os anos 1990.

1920

1920

 Construção do Jardim da Estação.

 

4estação velha 6

8

1910

1910

 

6estação 2

 

6a estação velha

 

7Antigo depósito de manutenção de locomotivas.

 

10bebedouroConstrução do Bebedouro de Animais.

 

12Praça Rui Barbosa 1965

 

 

8Praça Rui Barbosa

 Naquela época havia “VIDA” na estação, o movimento da Mogiana era aqui em Casa Branca, vinha gente de outras cidades para passear aqui, para ver os trens que chegavam e partiam. Naqueles tempos tínhamos 6 horários de trem subindo Campinas/Casa Branca e 6 horários de trem descendo de Ribeirão Preto/Casa Branca. Palavras do Ferroviário Sebastião Juvenal.

 

PN1 GUAXUPÉ G-12 FASE 2 DA MOGIANA COM CARROS DE INÓX - CASA BRANCA /ITOBI

PN1 GUAXUPÉ G-12 FASE 2 DA MOGIANA COM CARROS DE INÓX – CASA BRANCA /ITOBI

 

Em 1990 a Estação Casa Branca Velha passou a ser a sede da Prefeitura Municipal de Casa Branca.

 

14estação velha (2)

Foto de Darcy Minnucci

Foto de Darcy Minnucci

Plataforma da estação já desativada 1996.

 

Foto de Darcy Mennucci

1996 – Foto  Darcy Mennucci

 

1999 -  Foto de Ralph M. Giesbrecht

1999 – Foto  Ralph M. Giesbrecht

 

1999 - Foto Ralph M. Giesbrecht

1999 – Foto Ralph M. Giesbrecht

 

2008 -  Foto de Leonardo Patara

2008 – Foto  Leonardo Patara

 

2013 -  Foto Luis Fernando Pecchiore Bastos

2013 – Foto Luis Fernando Pecchiore Bastos

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPátio da Prefeitura,  antiga Estação Casa Branca.

 

O antigo pátio da Estação Casa Branca, com o depósito de máquinas e uma das casas estava assim em agosto de 2008. Trilhos ali são somente lembranças. Os vagões estacionados no canto direito estão isolados sobre pedaços de trilhos sem ligação com nada.

 

Foto Leonardo Patara

Foto Leonardo Patara

vagão

 

“Compraram milhões em equipamentos, inclusive locomotivas francesas para abandonar tudo no mato. As locomotivas nunca chegaram a circular porque eram mais largas e iam bater em todas as plataformas das estações. Belos engenheiros”, conta Rodrigo Cabredo. O ramal, depois de uma reativação em 1986, foi logo desativado e os trilhos retirados; entretanto, manteve-se a ligação entre a Estação Velha e a de Casa Branca-Nova, e em dezembro de 2000, embora o prédio já estivesse ocupado pela Prefeitura Municipal, o pátio ainda continha os desvios com alguns vagões. Poucos meses depois disso, os armazéns da estação, do outro lado do pátio, foram invadidos, depredados, saqueados e incendiados. Até por volta de 2000, o antigo ramal ainda seguia por alguns metros no sentido de Itobi, e, logo depois de cruzar a avenida de entrada principal da cidade, desaparecia no meio do matagal. Pouco depois (2004), retiraram-se esses trilhos e ainda a ligação entre as duas estações de Casa Branca.

(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Darcy Mennucci; Douglas Bulhões; Humberto Alvarenga Jr.; Tony Belviso; Luis Fernando Pecchiore Bastos; Rodrigo Cabredo; Leonardo Patara; Folha da Manhã, 1948-1949; Revista SPR, 1939; Geraldo Majela Furlani: O Município de Casa Branca, 2003; Cia. Mogiana: relatórios anuais, 1875-1969; Cia. Mogiana: relação oficial de estações, 1937; Relatório do Presidente da Província, 1884; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)

 

Estação Casa  Branca Nova

 

Foto Rodrigo Cabredo

Foto Rodrigo Cabredo

 

Em dezembro de 1948, parte do que foi construída até então da variante Lagoa-Tambaú, ou seja, o trecho entre Lagoa e Casa Branca, foi aberto ao tráfego ferroviário. Porém, ainda não existia a estação nova de Casa Branca. A cidade se preocupava que esta jamais fosse construída e que a linha-tronco somente pudesse ser acessada pelo ramal que agora tinha ligação direta com o tronco novo no bairro de Desterro, onde finalmente a nova estação teria suas obras iniciadas.

 

Foto Rodrigo Cabredo

Foto Rodrigo Cabredo

 

A continuação da variante somente seria aberta anos mais tarde. A estação de Casa Branca-Nova foi inaugurada oficialmente em 1951, para substituir a estação mais antiga, que seguiu em atividade, mas que passou a fazer parte do ramal de Mococa com o nome de Casa Branca-Ramal. Porém, segundo relatos de velhos ferroviários da região, a estação teria começado a funcionar somente em 1956, quando nesse ano a linha velha do tronco original teria sido retirada entre Lagoa e Casa Branca-Velha.

Casa Branca-Nova ficava afastada da cidade, num bairro pobre chamado de Desterro, e muito próxima da estação do tronco antigo, Briaréu. Da nova estação passou a sair o ramal de Mococa e Guaxupé, de 1951 até a desativação em 1989.

 

1

casa branca novaNesta foto pode se ver a composição toda formada por carros tipo Budd 500 chegando na estação de Casa Branca Nova.

 

2Entrada do Pátio da Casa Branca Nova.

 

Foto Vanderley Zago

Foto Vanderley Zago

Cruzamento de trens de passageiros “Ave Maria” da FEPASA em Casa Branca, anos 1990.

 Foto Vanderlei A. Zago

Foto Vanderlei A. Zago

O último trem de passageiros em Casa Branca-Nova,  foi em 10/09/1997.  Depois disso, o abandono. Lembro que nessa época  eu morava em Brasília, minhas irmãs e primas que moravam em São Paulo e Casa Branca pegavam o trem nessa estação e iam até Brasília nos visitar. Elas diziam que era uma viagem maravilhosa.

 

Rf701202

 

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

A Estação Casa Branca Nova em 26/09/1998, já fechada.

 

Até meados dos anos 1990, a estação ainda trocava staff. Esteve exposta ao vandalismo, fechada, abandonada, depredada, invadida e com vidros quebrados. Cavalos pastavam nas plataformas cheias de mato, e vagões apodreciam em seus desvios. Vândalos invadiram os escritórios e incendiaram as instalações, espalhando documentos das ferrovias que estavam ali arquivados (plantas, mapas e relatórios do início do século) pelo chão e urinando sobre eles. Nenhuma providência foi tomada.

 

21estação nova,

 

Foto

Foto Ralph M. Giesbrecht

A estação em 09/04/2000, já completamente abandonada e depredada.

 

abandono 2

 

abandonoTotalmente abandonada.

 

Em 2007, a FCA e a Prefeitura de Casa Branca reformaram o prédio da estação, que passou a abrigar o terminal modal da ferrovia (“porto seco”). Pouco durou o “porto”. Em 07/2009 a ex-estação já teria virado um centro comunitário.

 (Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisas locais; Vanderlei A. Zago; Rodrigo Cabredo; Leonardo Patara; Natan Silva; Geraldo Majela Furlani: Folha da Manhã, 1948; O Município de Casa Branca, 2003; IBGE; Cia. Mogiana: relatórios anuais, 1940-69; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht).

 

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

A Estação finalmente recuperada em 27/10/2007.

 

 Ago/2008. Foto Leonardo Patara

Ago/2008. Foto Leonardo Patara

 

 Ago/2008. Foto Leonardo Patara

Ago/2008. Foto Leonardo Patara

 

 

19estação nova desativada

Ago/2011. Foto Ralph M. Giesbrecht

Ago/2011. Foto Ralph M. Giesbrecht

 Em agosto de 2011, a placa de terminal modal continuava na Estação de Casa Branca Nova.

 

 

Estações que fizeram parte da  Rota “Campinas/ Ribeirão Preto”.

 

CMEF – Cia. Mogiana de Estradas de Ferro – Linha Tronco – (Bitola de 1,00 m)

Fonte de pesquisa sites:  http://www.estacoesferroviarias.com.br páginas elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht;  http://vfco.brazilia.jor.br/mapas-ferroviarios/1954-CMEF-Companhia-Mogiana-Estradas-Ferro-1.

 

 

Mapa Cia Mogiana - 1954

Mapa Cia Mogiana – 1954

 

 

Saída da Estação Campinas

campinas_aerea

campinas50

Vista externa da estação de Campinas

 

1ª Parada Estação Rizza

Estação Rizza

Estação Rizza

 

2ª Parada Estação Guanabara

estação guanabara

 

3ª Parada Estação Anhumas

Estação Anhumas10

estação Anhumas 2

 

4ª Parada Estação Pedro Américo

Estação pedro americo

 

5ª Parada Estação Tanquinho

Estação tanquinho

 

6ª Parada Estação Carlos Gomes

Estação Carlos Gomes

 

7ª Parada Estação Jaguariuna

estação jaguariuna

 

8ª Parada Estação Guedes

estação guedes1

estação guedes-nov

9ª Parada Cristiano Osório

O movimento de trens que vinha há muito sendo prejudicado com a grande distancia entre Guedes e Ressaca foi atendido com a sua subdivisão e com a instalação em caráter provisório de um posto no km 46, denominado Cristiano Osório (ato 1.053, de 7/2/1939), como justa homenagem a este ilustre e prestimoso cidadão recentemente falecido” (Relatório Mogiana, 1939).

Com a variante Guedes-Mato Seco, aberta em 1979, o local ficou definitivamente fora da linha original. Todas as informações da região dizem que o prédio foi demolido, estando hoje coberto pelos canaviais da região.
(Fontes: Pedro Abrucés; Bruno Arielba; Cia. Mogiana: Relatórios oficiais anuais; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)

 

10ª Parada Posse de Ressaca

Estação posse ressaca 1

Estação posse ressaca 2

 

11ª Parada Estação Alfa

Estação Alfa

 

12ª Parada Estação Conselheiro Martim Francisco

Estação Conselheiro Martim Francisco

 

13ª Parada Estação Tujucuê

O posto telegráfico de Tujucuê foi aberto em 1911, como um posto telegráfico. Foi fechado em 1961 (*RM-1961). Em 1979, a abertura da variante Guedes-Mato Seco tirou o local da antiga estação da linha. A estação foi demolida e plantou-se cana no local.

 

14ª Parada Estação Mogi Mirim

Estação Mogi Mirim

 

15ª Parada Estação Mogi GuaçuEstação Mogi Guaçu

Estação de Mogi Guaçu, inaugurada em 1979 com a inauguração da variante Guedes-Mato SecoEstação de Mogi Guaçu, inaugurada em 1979 com a inauguração da variante Guedes-Mato Seco.

 

16ª Parada Estação Ipê

Estação ipe10

 

17ª Parada Estação Estiva

estação estiva

 

18ª Parada Estação Urutuba

Estação urutuba

 

19ª Parada Estação Oriçanga / Orissanga

Estação orissanga

Estação orissanga 2

 

20ª Parada Estação Mato Seco

estação mato seco

estação matoseco

mato seco Estação de Mato Seco, remanescente da linha tronco original.

 

21ª Parada Estação Astrapeia

Estação astrapeia

 

22ª Parada Estação Aguaí

23 estação  Aguai

aguaiO trem chega a Aguaí, antiga Cascável e inicio do Ramal de Caldas.

 

23ª Parada Estação Engenheiro Mendes

estação engenheiro mendes

 

24ª Parada Estação Orindiuva

estação orindiuva 2

estação orindiuvaRemanescente da linha tronco original e ainda com o mesmo aspecto, estação de Orindiuva .

 

estação orinduva1

 

 

25ª Parada Estação Miragáia

estação miragaia

 

26ª Parada Estação Lagoa/ Lagoa Branca

estação lagoa 3

estação lagoa

 

Foto de João Carlos

Foto de João Carlos

 

 

lagoa Dois trens de carga aguardavam a passagem do PM.1 para prosseguir suas viagens na estação de Lagoa Branca .

 

27ª Parada Joaquim Libano

A estação de Joaquim Libânio, muito pequena, foi inaugurada em 1948, como Cocais-nova, mas depois, em 1/7/51, recebeu o nome de um diretor da Mogiana, falecido em 1949. Ficava muito próxima à estação velha de Cocais e à fazenda do mesmo nome.

jolibanio

 

 28ª Parada Estação Cocais/ Cocaes

estação coocaes

estação cocaes

 

29ª Parada Estação Papagaios

estação papagaios

 

30ª Parada Estação Casa Branca

6estação 2

 

 

31ª Parada Estação  Coronel Correia

Estação Coronel Correia 1estação coronel correa 2

Estação Coronel Correia

cel.correaEstação de Coronel Corrêa, era um posto de cruzamento entre Casa Branca e Tambaú .

 

32ª Parada Estação Baldeação

estação baldeação

 

32ª Parada Estação Lage/ Brejão

A estação de Lage foi aberta em 1881, como ponta de linha da “linha do Ribeirão Preto”, que era o trecho que continuava o tronco para além de Casa Branca. Porém, depois da construção de Baldeação, que passou a cumprir as suas antigas funções, e com vantagens, Lage, muito próxima, acabou por, aos poucos, perder sua importância, até ser fechada, em 1/12/1932. Na distância de  pouco mais de 1 km de Baldeação, e tendo sido proporcionado ao público acesso a esta estação, o que anteriormente não existia, a estação se tornou desnecessária, sendo a sua denominação aproveitada para o posto telegráfico instalado no km 198, mais à frente e antes da estação de Coronel José Egídio, e foi aberto no mesmo dia um posto telegráfico com o mesmo nome: Lage. Em 01/09/1937, o posto teve o nome alterado para Brejão.

estação lage

 

Estação Brejão

 

33ª Parada Estação Coronel José Egídio

Estação Coronel José Egidio 1

 

34ª Parada Estação Tambaú / Tambahú

estação tambahu

 

35ª Parada Estação Faveiro

estação faveiro

 

36ª Parada Estação Córrego Fundo

Estação Corrego Fundo

Estação Corrego Fundo 1

 

37ª Parada Estação Santos Dumont

estação santos dumont

 

38ª Parada Estação Cerrado

 

estação cerrado

 

39ª Parada Estação Sucury

estação sucury

 

 

40ª Parada Estação São Simão

Estação Sáo Simão

estação são simão

 

41ª Parada Estação Bento Quirino

Estação Bento Quirino

Estação Bento Quirino1

 

42ª Parada Estação Canaã

Estação Canaã

 

43ª Parada Estação Beta

estação beta

 

44ª Parada Estação Tibiriçá

tibirica

 

tibirica99

 

45ª Parada Estação Cravinhos

estação cravinhos

 

46ª Parada Estação Buenópolis

Estação Buenopolis

 

47ª Parada Estação Bonfim Paulista

Estação Bonfim

 

48ª Parada Estação Santa Tereza

Estação Santa Tereza

 

49ª Parada Chegada em Ribeirão Preto

Estação Ribeirão Preto 2

ribeirao631

 

Não poderia terminar essa viagem sem colocar a principal figura que nos encanta até os dias de hoje com seu apito avisando sua chegada, ou partida.

“Em 08 de março de 1912, um trem composto de 45 vagões de carga e uma nova locomotiva a vapor passou por Casa Branca, um grande número de curiosos foi até a estação para conhecer a locomotiva que, pelo seu tamanho, fazia as demais máquinas da Mogiana parecerem brinquedos de criança.”

fonte: http://www.casabranca.sp.gov.br

 

 

locomotivaLocomotiva à vapor número 753 fabricado pela Henschel alemã, a mais potente de toda a frota da CM.

 

ABPF_980_postal_VAZLocomotiva a vapor n° 980 tipo 0-4-0 (four-coupled) fabricada pela Hohenzollern em 1886, Dusseldorf – Alemanha, recuperada pela ABPF – Campinas-SP. Esta locomotiva teve três números, como seguem: de 1886 a 1914 n° 28, de 1914 a 1938 n° 800 e finalmente recebeu o 980 a partir de 1938. Seu esforço de tração chegava 3.681 quilos a 85% de pressão na caldeira. Foto de Vanderlei Zago, enviada à EFB por Helio Gazetta

 

 

locomotiva 1

 

locoLocomotiva tipo 4-6-0 Tenwheel, fabricada pela CM, na rotunda de Campinas, inicio dos anos 30.

 

Trem de passageirosTrem de passageiros tracionado pela locomotiva 762, tipo Mikado, fabricada pela Baldwin Locomotive Works em 1945, uma das mais possantes da CM. Foto tirada em Mogi-Guaçu.

 

Rf570901O fim da “Maria Fumaça”

 

Locomotiva diesel-elétrica EMD - GM modelo G.12

 

Locomotiva G.12 da GM - EMD, fabricada em 1957, com o primeiro esquema de pintura da Mogiana e já incorporada ao patrimônio da FepasaLocomotiva G.12 da GM – EMD, fabricada em 1957, com o primeiro esquema de pintura da Mogiana e já incorporada ao patrimônio da Fepasa.

 

 Fonte das fotos: http://www.cmef.com.br/

 

Foi uma longa viagem, espero que aproveitem e relembrem coisas boas do passado, eu adorei fazer este “Post”, foi o que mais demorei, mas valeu a pena.

 

Um grande abraço

Maria Clara

 

Continuando com a Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos relembrar mais alguns lugares que fizeram parte da nossa história, como o Lar Esperança, o Asilo dos Inválidos e o Asilo São Vicente/ Lar São Vicente.

 

Lar Esperança

 

predio

Em 28 de maio de 1950, o casal Palmira Marchi e Atílio de Figueiredo fundaram o Lar Esperança, por várias décadas ampararam muitos órfãos de Casa Branca e região, teve época que tinham mais de 360 crianças que moravam e estudavam na Entidade, instalada onde atualmente funciona a FACAB.

 

lar esperança

Dona Palmira Marchi, em 1974 teve um sonho em que ” Francisco de Assis” lhe pedia a construção de um “Hospital” para atender crianças e adolescentes carentes portadores de necessidades especiais (deficiente físico e mental – acamados). Neste mesmo ano Dona Palmira e o Sr Atílio (ambos in memoriam) doaram uma área de 20.000 m² para a construção do mesmo.

 

Da. PalmiraDª Palmira e algumas de suas crianças.

 

As obras do hospital só começaram em 1985, sob a presidência do Sr José Carlos Vieira (conhecido como o Sr Zé do Hospital) que ficou a frente desta Obra até o ano de 2000, ano de seu falecimento.

 

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 O Hospital tem 3.350 m² de área construída, e foi construído sem nenhuma ajuda governamental, apenas com recursos oriundo de rifas, bazares e jantares beneficentes e principalmente com a contribuição de sócios. Seu endereço é: SP 340, KM 239.

 

 

Asilo de Inválidos de Casa Branca

 

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 Tudo começou em 1925, em um enterro no cemitério de Casa Branca, SP, quando um pequeno grupo de pessoas se solidarizou com a lastimável situação de um corpo que nem caixão para ser enterrado tinha. As pessoas que presenciaram esse fato resolveram fazer uma coleta entre elas e compraram um caixão para o defunto. A iniciativa acabou dando origem à Caixa de Socorro de Casa Branca, destinada a socorrer os necessitados e fornecer caixões mortuários para o sepultamento dos indigentes.

 

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3

Entre aqueles cidadãos solidários, estavam vários irmãos fraternos, que queriam aumentar as obras assistenciais prestadas, sendo que em 1931 era lançada a pedra fundamental do Asilo de Inválidos de Casa Branca, sendo inaugurado em 25 de dezembro de 1933, ocasião em que já prestava serviços a seus pacientes.

 

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 O Asilo abriga por volta de 60 pessoas com idades entre 60 e 80 anos e sua infra-estrutura é composta por escritório, cozinha, dispensa, refeitório, rouparia, lavanderia, salões de recreação e terapia ocupacional, enfermaria, consultório, 26 quartos, banheiros, capelas, salão de festas, horta, pomar e um conjunto com 12 apartamentos, os quais são locados para angariar fundos para as obras.

 

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 Os idosos recebem cinco refeições diárias, banho, vestuário, atendimentos de enfermagem e hospitalar, feitos no próprio asilo quinzenalmente. Os asilados participam de terapia e atividades religiosas e recreativas.

 

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A instituição é mantida e dirigida por membros da Loja Maçônica Trabalho, Honra e Caridade de Casa Branca. Para arrecadar fundos destinados aos trabalhos sociais, além das doações recebidas, organizam eventos, alguns famosos, como o Jantar Árabe e a Barraca Portuguesa, na tradicional Festa das Nações.

 

Jantar Árabe

Jantar Árabe

 

Jantar Árabe

Jantar Árabe

 

Festa das Nações

Festa das Nações

 

Festa das Nações

Festa das Nações

 

Asilo São Vicente / Lar São Vicente

 

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A Sociedade São Vicente de Paulo – Conferencia de Nossa Senhora das Dores de Casa Branca, fundada em 19 de julho de l933, pelo vigário João Neves Colen, Alfredo Pinto Mendonça e um grupos de amigos. Alfredo Pinto Mendonça foi o primeiro presidente da entidade, ficou por 15 anos.

 

Reunião Vicentina

Reunião Vicentina

Sr. Gumercindo,  Dr Paulinho,  Nelson Valente,  Otavio Piccolo,  Rafael, …

 

As primeiras reuniões aconteciam na Igreja Matriz, algum meses depois,  foi doado um terreno atrás da igreja Matriz com uma pequena casinha onde morava uma família carente, e  onde surgiu a Vila São Vicente de Paulo , no decorrer dos anos foram doados os demais terrenos por famílias que acreditaram no trabalho serio da entidade.

 

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A entidade possui casas, apartamentos , um salão de festa, um escritório com sala de reunião, um refeitório com cozinha, lavanderia e área externa de lazer, atualmente atendem 20 idosos.

 

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Estiveram em reformar nos últimos tempos, para melhor atender os idosos.

 

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Os Vicentinos também atendem famílias carentes do município, através de cadastro fazem uma visita, para verificar a necessidade do pedido e a família aprovada passa a receber uma cesta por um determinado período, atualmente atendem 25 famílias.

 

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A entidade sobrevive exclusivamente de donativos e verbas municipal, estadual e federal. Tem o Bazar permanente onde arrecadam moveis,utensílios em geral e roupas que são vendidos a preços irrisórios mas que ajuda na renda da entidade.

 

Pessoas que se dedicam ao Lar São Vicente

 

Vicentinos

 

Eliana

Eliana

 

Ely

Ely

 

Carlos Savietto

Carlos Savietto

 

Octavio e Alice Lance

Octavio e Alice Lance

 

Terezinha e Osvaldo Talamoni

Terezinha e Osvaldo Talamoni

 

Bisa

Bisa

 

Solange Scacaborrozi e Silvia Lance

Solange Scacaborrozi e Silvia Lance

 

Maria José Cruz e Paulo Sergio Rezende

Maria José Cruz e Paulo Sergio Rezende

 

Regina Valente e Ely

Regina Valente e Ely

 

Fia Castoldi e Silvia Lance

Fia Castoldi e Silvia Lance

 

Acho que valeu a pena a viagem,  pudemos rever esses lugares e ver que ainda existem muitas pessoas que se dedicam em ajudar próximo.

 

Um grande abraço.

Maria Clara

 

1 Palmeiras

Continuando com a Comemoração de 200 anos, hoje vamos rever as Escolas que estudamos, os Clubes que frequentamos e outros lugares que fizeram parte de nossa infância e juventude, não pude deixar de lembrar das “Palmeiras de D. Pedro” que fizeram por tanto tempo parte da paisagem da cidade.

 

Nossas Escolas:

Jardim da Infância – Em 15 de fevereiro de 1947, começou a funcionar a Escola Pré-Primária anexa a Escola Normal. Na época era chama de Jardim da Infância, hoje em seu prédio esta instalada a Escola Ganymedes José.

jardim de infanciaNa foto uma parte de Jardim de Infância, vizinho do Cine Casa Branca

 

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Grupo Escolar Dr. Rubião Junior

Fundado em 01 de janeiro de 1903, foi o primeiro estabelecimento de Ensino Oficial da cidade, sua inauguração oficial foi em 07 de setembro do mesmo ano.

 

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Rubião Junior

 

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Grupo Escolar Dr. Francisco Eugênio de Lima – Grupinho

 

GrupinhoLembro que antigamente o  Sr. Acácio Pellegrini era o Diretor.

 

Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho

 

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Escola Industrial – Dr. Francisco Nogueira de Lima

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Colégio Casabranquense

supletivoComeçou como Supletivo

 

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antigo

 

Colégio do Comercial

Em 20 de fevereiro de 1960, um grupo de pessoas lideradas pelo sr. Jonas Capelli inaugurou a Escola Técnica de Comércio, instalada inicialmente na esquina das Ruas Altino Arantes e Duque de Caxias em frente a Igreja Presbiteriana, transferida pra a Rua Angelo Francischet, atual sede do Colégio Barão.

 

Formatura Colégio Comercial 1970

Colégio Comercial 1970

Formatura Colégio Comercial 1970 – Adalberto Correa, Kall, Ricardo Santa Rosa, Zilda Zarias, Prof. Carmo Puliesi, Kall, Ivani, Marlene Pierini(L.Bca),João auto peças, Ari Gomes (rei momo), Jacira Oliva, Valverde, Nardinho Merli (+), Terezinha Alonso, Cida Fernandes, Sueli Paganini, Waldir (cigano), Prof. Bonifácio, Rosa Balbino (accpe) Mazilia, Regina Paganini, Pugliero (correio c.  branca), Regis Antonio Oliveira, Gamamlher Marson, Vicente e Gordo

Comissão de Formatura

1973

Comissão de Formatura do Colégio Comercial 1973 –  Mirna, Noemia, Wagner, Luiz Carlos, Jussara, José, Sonia, Fritolli, Claudia, Álvaro, Sandra, Ligia, Gilberto, Marizilda, Srgio, Eliana, Fia Castoldi, Brassali, Lurdes, Brito, Eliana, José Osvaldo, Faustina, Tuta, Lurdes, Sonia, Cidinha, Re Dourador, Flávia, Cidinha e Kátia.

 

Nos dias de hoje além das nossas antigas, temos várias escolas e colégios na cidade como: Interação, COC, Colégio Barão, EE Acácio dos Santos Pelegrini no Bairro Nazareth, EE Carlos Correa Mascaro – no Desterro, EE Vicente Paulo Zanchetta – Venda Branca, EE Lauro Araujo – Lagoa Branca,  e várias municipais.

Também tem a FACAB Faculdade de Casa Branca, fundada em 1999, agora os casabranquenses não precisam mais sair da cidade para fazer um curso superior.

FACAB

 

Os Clubes:

 

Clube Casa Branca

No 26 de abril de 1926  foi inaugurada oficialmente a sede social do Clube Casas Branca, na Praça Barão de Mogi Guaçu. Hoje de propriedade da Prefeitura Municipal, abriga a Biblioteca Municipal e Setores do Departamento de Educação. Foi ponto de encontro de grandes amigos, lembro que aos sábados e domingos tínhamos Brincadeira Dançante.

Anos 30
Anos 30

 

Anos 50

Anos 50

 

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clube CB

 

 

ACCPE – Associação Casabranquense de Cultura Physica.

Em 18 de setembro de 1926, um grupo de cidadões, liderados pelo professor Alberto Krum, fundam a Associação Casabranquense de Cultura Phisica, iniciaram logo a construção da piscina inaugurada em 13 de maio de 1929. Na ocasião foram apresentados a Bandeira e o Escudo do Clube. A  Diretoria presidida pelo professor Alberto Krum, realizou na mesma época uma quermesse para conseguir recursos para construção de uma quadra de basquete.

sede do antigo cine teatro 2Prédio colorido era a Sede do Antigo Cine Teatro que depois se tornou a Sede da ACCP.

 

cineEsse Cine teatro não é do meu tempo mas quando comecei a frequentar a ACCP,  o prédio por dentro era assim mesmo.

 

reforma da sedeReforma da Sede da ACCP.

 

Sede ACCPSede da ACCP, Praça Barão de Mogi Guaçu.

 

9 diretoria ACCP (anos 80)Diretoria ACCP – Anos 80

 

1Piscina semi-olimpica anos 50

 

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1campo de futebolCampo de Futebol

 

ACCP

 

1quadra da ACCPQuadra da ACCP

 

2Construção da Nova PiscinaConstrução da Nova Piscina

 

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2Construção do Bar ACCPConstrução do Bar da Nova Piscina

 

2accp clube

 

3clube ACCP

 

CPP – Centro Professorado Paulista

CPP

 

Forum Ministro Costa Manso

 

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ForumPodemos ver o portão da casa que morava o Antonio Geraldo Romano.

 

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Cadeia Publica

cadeia publica

Delegacia da Cidade – 1930

delegacia 1930 hoje santa casaHoje faz parte da Santa Casa de Misericórdia

 

Santa Casa de Misericórdia

 

1antes da demoliçãoAntes da demolição do 3º andar onde moravam as irmãs.

 

2santa casa (2)Ainda com o 3º andar ao lado a Delegacia.

 

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4Ambulância da Santa CasaAmbulância do Pronto Socorro Municipal.

 

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Maternidade de Casa Branca

 

5Antiga Maternidade a Silvia e o Pedro meus irmãos nasceram ai

5maternidadeOnde meus irmãos Pedro Heli e Silvia Cristina nasceram.

 

 

Tiro de Guerra

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAContinua na Capitão Horta e sempre muito bem conservado.

 

 

As Palmeiras

Em 26 de outubro de 1885, o Imperador Dom Pedro II, visita Casa Branca pela segunda vez, foi recepcionado na Estação da Mogiana e aqui permaneceu alguns dias. Na ocasião foram plantadas pelo Major Jeremias Barbosa Sandoval, na presença do Imperador, as cinco palmeiras que existiam na frente da Escola Rubião Junior e que fazem parte do Brazão de Casa Branca.

 

1 Palmeiras Anos 50Anos 50 – ao fundo o Grupo Escolar Dr. Rubião Junior.

 

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4 ultimapalmeiraA última Palmeira

 

o que sobrouTriste mas é o que restou das Palmeiras de D. Pedro, nada.

 

Por hoje esta parte da viagem terminou, espero que tenham aproveitado,  ainda nos resta a última parte desta comemoração.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

 

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Continuando com a Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos rever o Bosque Municipal e as Bossorocas (Boçorocas ou Voçorocas), quando estudei em Casa Branca me ensinaram que era Bossorocas.

 

Bosque Municipal, criado na gestão do Prefeito Carlos dos Santos Bastos.

 

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Rally no Bosque.

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Passeios no Bosque.

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O abandono.

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Em continuo processo de revitalização, o Bosque Municipal é o novo ponto de encontro da família casabranquense.

 

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Entrada

 

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Agora vamos as Bossorocas (Voçorocas ou Boçorocas).

São escavações profundas no solo, ocasionadas pela erosão, estão espalhadas por todo o município. Algumas estão “vivas” e outras estão “mortas” ou estabilizadas. São comparadas a “mini canyons” e chegam a ter mais de 50 metros de profundidades, 1000 metros de comprimento e 610 metros de largura  O município possui aproximadamente 332 boçorocas.

A caminhada dentro dos vales formados pelas erosões, no leito de um riacho de águas claras e frias, com o colorido dos barrancos, através das cores variadas das argilas, ali expostas em veios, sentindo aos pés esta argila mole de fácil ser moldada, local de brincadeiras de batalhas e de modelagem, não importa se for criança ou adulto. Lá tudo é envolvente. Algumas revelam ainda seu estado de vegetação natural de serrado com vários pássaros, e animais silvestres, lagos formando assim um santuário, que se tornaram intocáveis. Outras que foram contidas pelo homem, com reflorestamento de eucalipto e pinheiros, está aos cuidados do Horto Florestal de Casa Branca do Estado de São Paulo.

 

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Bossoroca da Areia Branca – 1972

4Bossoroca Areia Branca 1972

 

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A maior diversão da criançada desde meus tempos.

 

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Em outubro de 2012 houve um protesto na cidade, pois uma construtora começou aterrar parte de uma delas, o que gerou revolta na população, o loteamento não sereia feito no local, mas sim em um terreno próximo. O problema é que a bossoroca (voçoroca) é uma erosão natural que aumenta com o tempo e, para garantir segurança à construção, foi preciso aterrar. Uma pena destruiu a parte mais linda.

 

Como era em 2010.

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Como ficou em 2012.

11/10/2012

Moradores de Casa Branca (SP) fizeram um protesto nesta quinta-feira (11) contra uma obra na área de uma voçoroca, um ponto turístico da cidade. No local, será feito um loteamento.

Os manifestantes se reuniram na Praça Central da cidade e muitas pessoas que não sabiam da obra ficaram preocupadas com o futuro da voçoroca. Assinaturas foram coletadas para um abaixo-assinado pedindo providências. O Ministério Público também foi acionado. “Não temos nada contra o empreendimento e sim a preservação total da voçoroca”, disse o professor Marcelo Barbosa.

São mais de 300 voçorocas espalhadas pela cidade. “Constitui um traço vigoroso, característico e especial da paisagem casabranquense”, desatacou o professor Geraldo Majella.

O protesto seguiu até o local onde parte da voçoroca já foi destruída. A área é a que fica mais perto da cidade e por isso é muito visitada. Representantes da construtora receberam os manifestantes e conversaram sobre a obra.

De acordo com o engenheiro agrônomo da empresa, César Yazbek, há dois anos a construtora se prepara para iniciar o loteamento e toda documentação exigida está aprovada. Ele disse que o loteamento não será feita no local, mas sim em um terreno próximo. O problema é que a voçoroca é uma erosão natural que aumenta com o tempo e, para garantir segurança à construção, foi preciso remover a terra. “Dessa remoção de terra que nós fizemos aqui está tudo licenciado com autorizações, tudo de forma legal. É uma área particular que faz parte da gleba do loteamento”, afirmou Yazbek.

Fonte:http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/10/moradores-protestam-contra-obra-em-area-de-vocoroca-em-casa-branca-sp.html.

 

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Enfim, acabaram com principal ponto turístico da cidade, mas ficam as fotos aqui para gente matar a saudades.

Uma boa viagem a todos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

 

 

 

 

 

 

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