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Finalizando a Comemoração dos 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pelo antigo Posto de Saúde, hoje o AME,  e também pelo Cemitério Municipal de Casa Branca, afinal é onde tudo termina.

 

Posto de Saúde

Conforme informação do Silvestre Nicoliello Neto (Tuca), o Posto de Saúde começou a ser construído em 1958 no Governo de Adhemar de Barros e terminou em 1961 no Governo de Carvalho Pinto, por isso que lembro que quando criança  estavam terminando de construí-lo, pois mudamos para Casa Branca em 1960. Tinha 6 anos e lembro das vacinas tomei lá.

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Agora ele se tornou o AME.

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Cemitério Municipal de Casa Branca

Foto Luciano Bortoletto Júnior - 2004

Foto Luciano Bortoletto Júnior – 2004

O cemitério está localizado na Avenida José Beni. Apresenta uma topografia plana formada por quadras retangulares que agrupam monumentos funerários datados dos séculos XIX e XX. Alguns pinheiros e árvores são distribuídos aleatoriamente por entre as quadras.

 

Foto Luciano Bortoletto Júnior - 2004

Foto Luciano Bortoletto Júnior – 2004

 

No Cemitério Municipal de Casa Branca, estão sepultados muitas personalidades importantes que contribuíram para a formação da cidade. Está sepultado lá Antônio Pereira de Castro que participou da primeira Câmara Municipal de São Simão; o Barão de Casa Branca e Vicente Ferreira de Sillos Pereira que em duas ocasiões hospedou o Imperador D. Pedro II em sua casa, e que é um dos fundadores da cidade. Há como todo cemitério secularizado, uma porcentagem grande de pessoas anônimas, que da sua maneira foram responsáveis para o desenvolvimento de Casa Branca.

Foto Luciano Bortoletto Júnior - 2004

Foto Luciano Bortoletto Júnior – 2004

 ANJO DA SAUDADE espalha flores da recordação ao redor do túmulo. Produção serial, século XX.

 

Foto Luciano Bortoletto Júnior - 2004

Foto Luciano Bortoletto Júnior – 2004

 

O cemitério contém dentro da sua estrutura urbanística túmulos dotados de bom valor artístico. Alguns do século XIX são em mármore de Carrara com imagens de anjos e santos. Os do século XX adotam modelos provenientes estilo art déco até a arte moderna. Dentre os túmulos de porte simples, destacamos as cruzes de ferro fundido de artesania singular. O cemitério registra a memória daqueles que contribuíram para o crescimento da cidade de Casa Branca.

 

Foto Luciano Bortoletto Júnior - 2004

Foto Luciano Bortoletto Júnior – 2004

Fonte de pesquisa: http://www.artefunerariabrasil.com.br
 
 

Não poderia deixar de colocar no final desde “post” os versos de Francisco Bueno que fala da saudades de Casa Branca.

Acróstico
(Francisco Bueno)

Purifica minh’alma, ó terra de Casa Branca,
Adorna o meu ego com muito amor e emoção.
Rasga o véu da noite, ó terra santa,
Arrebatando aos céus o meu pobre coração!
Belas são as tuas paisagens e acolhedor o teu povo.
És graciosa, e entre olhares elevados ao Criador
Navegas ao infinito e agora nos encontramos de novo.
Sinto nos lábios o teu amor e na face o teu calor.

Oh! felicidade, onde deixaste o teu vestígio?
Hoje descobri que entre nós há um grande litígio!

Tens um cenário de grande riqueza a todos posto
Enchendo de orgulho os que aqui podem viver.
Repetem-se a cada ano as alegrias da festa de agosto,
Restando a quem te deixou a esperança de aqui morrer!
Ah! minha terra, tu és um poema gostoso de escrever.

Espraiado, boçorocas, jabuticabas, tudo isso aqui tens,
Matriz da beleza e da ternura aos que te querem bem.

Quem me dera em teu seio eu fosse sempre acalentado,
Ungindo o meu presente com as glórias do passado
E fazendo-me recordar de cada amigo em ti sepultado!

Namorada dos meus sonhos, esposa dos meus ideais,
Amar-te-ei até a morte com a alma repleta de paz.
Sem dúvida alguma sou o teu mais fiel amante.
Clamarei sempre pelo teu nome e não te esquecerei jamais
Inda que estejas escondida atrás de um meigo horizonte!

 E  por aqui termino hoje essa viagem de  “Casa Branca 200 anos de História”, desculpe-me se deixei de registrar algum fato importante desses 200 anos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

Continuando com a Comemoração dos 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar por outras Igrejas e lugares que fizeram e fazem parte da nossa história.

Igreja de São João Batista

 

Antiga Capela do Bairro São João

Antiga Capela do Bairro São João

 

No dia 05 de março de 2006, com  a presença de vários sacerdotes e muitos fiéis, foi instalada pelo Senhor Bispo Diocesano, Dom. David Dias Pimentel, a Paróquia São João Batista, no Bairro São João.  Sendo seu primeiro Pároco, Padre Celso Lucas da Silva, o mesmo Padre da história da Igreja da Três Cruzes e Nossa Senhora Aparecida.

Aos 28 de outubro do ano de 2009 ouve uma nova posse, veio então o Padre Diogo Carrino Maciel que desenvolveu seu trabalho até o dia 31 de Dezembro do ano de 2010.

Atualmente o Pároco é o Padre Carlos Aloísio Marques da Silva, que deu  inicio o seu  trabalho no dia 07 de Janeiro do ano de 2011.

 
Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto Flávia Lopes

Foto Flávia Lopes

 

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

 

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Igreja Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria.

Ela fica bem na divisa dos dois Bairros Jardim América e Coesa, entre as Ruas Pedro Vilas Boas, Rua Família Romano e passando atrás dela a Rua dos Francischetti.

 

Foto Maria Clara

Foto Maria Clara

 

Foto Maria Clara

Foto Maria Clara

 

Em construção - Foto Adolpho Legnaro

Nova Igreja em construção – Foto Adolpho Legnaro Filho

 

A nova Igreja do Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, foi  inaugurada dia 27/06/ 2014 e o Bispo Dom. David Dias Pimentel sagrou o altar.

Igreja Sagrado Coração de Jesus

 

 

Foto Adolpho Legnaro

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Maria Clara

Foto Maria Clara

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

 

Casa Paroquial,  Cine Teatro São José e a Catequese

Cine São José a

 

A Casa Paroquial sempre foi onde é até hoje, o Cine Teatro São José, como o nome diz era Cinema e Auditório da Igreja Matriz, a residência dos padres ficava nos fundos. Ai também funcionou a Rádio Difusora de Casa Branca quando adquirida pelos padres.

Lembro que os jovens católicos na época faziam apresentações (Encontro de Jovens) no Teatro São José, a foto abaixo é uma apresentação de 1966 da Eliana Tonelli e Matias Romano imitando a Elis Regina e o Jair Rodrigues.

 

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Na década de 60, o Padre Professor Humberto Sesso construiu uma Catequese na rua transversal, ou seja, na Rua Luiz Piza, sendo que seu terreno tinha ligação com a Casa Paroquial.

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

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 Hoje a Catequese é um Salão de Festas.

Foto Adolpho Legnaro

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Maria Clara

Foto Maria Clara

 

A Casa Paroquial agora é na Rua Luiz Pizza, ao lado de onde era a Catequese.

 

Foto Adolpho Legnaro

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

O Cine Teatro São José, hoje todo reformado recebeu o nome de Auditório São José.

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Adolpho Legnaro

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Foto Adolpho Legnaro

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

Fonte de pesquisa: Professor Adolpho Legnaro Filho.
 
 

Por hoje ficamos nesta estação, mas a viagem continua.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

Continuando com a Comemoração dos 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar por outras Igrejas e Capelas que fizeram parte da nossa história.

 

Igreja Presbiteriana de Casa Branca

Em 21 de abril de 1923, a Igreja Presbiteriana de Casa Branca foi organizada como Pessoa Jurídica e os cultos presididos pelo Reverendo Teodomiro Emerique eram realizados na Rua do Comércio. Construída em estilo Neo Clássico foi tombada pelo Patrimônio Histórico em 1985.

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D.Elisa Hemerique, Olga Salote, Otavio Barbosa Martins, Rev. Teldomiro Hemerique e Cotinha Pelegrini

Algumas pessoas identificadas: D.Elisa Emerique, D. Olga Salote,  Sr.Otavio Barbosa Martins, Rev. Teodomiro Emerique e D.Cotinha Pelegrini.

 

Igreja Presbiteriana na cidade de Casa Branca.

 

 

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Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

 

Capela Bom Jesus das Três Cruzes, antiga Capela das Três Cruzes

A Igreja das Três Cruz foi criada sobre uma “lenda” e essa mesma “lenda” fadou seu destino. Depois de sua inauguração ficou muito mais acentuado os milagres dos Negros mortos lá.

Foto de José Luiz Arcuri

Foto de José Luiz Arcuri

A Lenda das Três Cruzes

Em um bairro distante da cidade, morava em uma casa uma mulher e seus dois filhos. Nessa casa a mulher e seus dois filhos foram assassinados. No local do crime foram colocadas três cruzes, que representavam os três corpos, logo depois no local foi construída uma Igreja, depois de algum tempo a Igreja passou a se chamar Igreja das Três Cruzes. Moradores diziam que toda noite os espíritos da mãe e dos filhos apareciam na Igreja chorando amargamente.

Outra Versão

Consta, segundo algumas pessoas, que no mesmo local teria acontecido outro assassinato de um casal e o filho; seriam eles escravos fugitivos e perseguidos pelo capitão do Mato, e ali foram sacrificados. Após a sua morte outros escravos teriam colocado as três cruzes. Ao decorrer do tempo as historias da família de negros e seu sacrifício os fizeram pessoas com o poder de operar milagres pela sua interseção, daí a construção da capela e também a versão, do porque, ter sido demolida.

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O Arcebispo Dom Alberto José Gonçalves (posse em 28/02/1909 a 06/05/1945, 36 anos de bispado) foi quem ordenou o abandono da Igreja das Três Cruzes, motivado pelo fato da devoção do povo pelos negros ali sacrificado (segundo a “Lenda”) dai se deu sua destruição total. Quando vieram os atuais Padre Aguinaldo e Paulo que se teve a ideia de reconstruir a igreja.

O local da Capela das Três Cruzes foi doado por um membro da Família Teixeira, assim como o local para o Cristo Redentor,  ideia também dos Padres Paulo e Aguinaldo que depois assumiu por desmembramento a Paroquia de São João Batista,  ficando a “Santuário de Adoração Eucarística do Bom Jesus das Três Cruzes”, assim batizado pelo Padre Celso Lucas da Silva, que ficou como vigário.

 

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Em 07 de junho de 1903, foi lançada a pedra fundamental da Igreja das Três Cruzes,  que abandonada, ruiu no início dos anos 60.  Atualmente reconstruída como Capela do “Bom Jesus das Três Cruzes”.

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Em de maio de 1906 teve início a Festa de Santa Cruz, no Bairro Senhor Menino, ao lado da Capela das Três Cruzes, que estava ainda em construção.

Santuário Bom Jesus da 3 cruz

 

Conversando com o Professor Adolpho Legnaro Fillho,  “Consuelo Mello”, que é uma das descendentes dos Teixeiras,  antigos proprietários das terras das Três Cruz, ela confirmou que o que pedir para as Três Cruz (tem que ser para as Três Cruz mesmo) que o pedido é atendido,  a família tem até hoje essa devoção. Por ocasião de secas,  sem chuvas por um longo tempo,  ela contou que as pessoas levavam baldes de água para lavar as Cruzes pedindo chuva, e eram atendidos, e que a historia dos negros lá sacrificado é pura verdade mesmo.

 

Foto Adolpho Legnaro Filho

Foto Adolpho Legnaro Filho

 

 

Capela Nossa Senhora Aparecida

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Depois da igreja das Três Cruzes ser construída, Padre Celso Lucas da Silva recebe em seu nome a doação dos mesmos doadores da família Teixeira, de um terreno ao lado para levantar outra Igreja em louvor a Nossa Senhora da Aparecida, na sua administração da paroquia do B. São João construiu uma pequena Capela no Bosque Municipal que era um local de orações; com sua transferência meia que conturbada por querer construir outra Capela próximo ao Jardim Rafaela, obra embargada pela promotoria publica que acabou sendo demolida antes de sua conclusão. Padre Celso se transfere para São Roque da Fartura, levando consigo imagens das Capelas e algumas das duas Igrejas da paroquia e por fim fecha a segunda Igreja de Nossa Senhora Aparecida por ser de sua propriedade particular.

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

fonte de pesquisa : dados fornecidos pelo Professor Adolpho Legnaro Filho.

 

 Cristo Redentor do Bairro Senhor Menino

A Pedra Fundamental do Cristo Redentor foi instalada em 24 de junho de 2001, data de grande importância dentro do calendário da Igreja Católica, na qual se comemora a Natividade de São João Batista. E a inauguração do monumento foi feita no ano seguinte, no dia 15 de setembro.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

O Cristo foi construído pela Paróquia Nossa Senhora das Dores, através de recursos arrecadados junto à comunidade. Ficou sob os cuidados desta até 2004, quando então, passou a integrar a Paróquia São João Batista. No entanto, em 2013, por meio de uma autorização da Diocese de São João da Boa Vista, assinada pelo Bispo Don Davi Dias Pimentel, retornou para a Paróquia Nossa Senhora das Dores que se comprometeu em recuperá-lo e atingiu o objetivo.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Em 15 de janeiro de 2014 , a Paróquia Nossa Senhora das Dores realizou a solenidade de “Revitalização do Monumento ao Cristo Redentor”, localizado no Bairro Senhor Menino, próximo à Igreja das Três Cruzes.

A celebração presidida pelo Pároco Padre Paulo Sérgio de Souza e pelo Vigário Paroquial Padre Agnaldo José contou com a presença de aproximadamente 100 fiéis, dentre os quais, foi devidamente homenageado o Sr. Benedito Dutra de Oliveira, que antes mesmo da construção, já trabalhava voluntariamente para o monumento se tornar realidade.

 

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inauguração

 

O Cristo Redentor foi restaurado juntamente com a Capelinha da Mãe Rainha e Vencedora, Três Vezes Admirável de Schoenstatt e, a começar pela entrada para o monumento a revitalização é notada por conta dos serviços de limpeza, pintura e iluminação, aprimorados no local.

Segundo os Padres Paulo Sérgio de Souza e Agnaldo José, a restauração do Cristo só foi possível com o auxílio dos fiéis, que, de uma forma ou de outra, contribuíram com essa causa movida pela fé. A Prefeitura Municipal também colaborou com a instalação de postes e refletores no monumento e é responsável pela iluminação externa do Cristo.

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

O Cristo Redentor  revitalizado está aberto a visitações, aliás, os visitantes são muito bem vindos, apenas se espera que o monumento seja preservado. A Paróquia também pretende realizar por lá celebrações em ocasiões especiais.

Rodeado por belas paisagens, esse lugar, já considerado ponto turístico de Casa Branca, merece ser valorizado, pois, une fé e beleza.

fonte de pesquisa:  http://www.casabranca.sp.gov.br

 

Capela Sagrado Coração de Jesus Da Santa Casa

A Capela Sagrado Coração de Jesus Da Santa Casa foi construída pela Construtora do Sr. Renato Pistelli, ano de construção provável anos 40 e 50. Foi por uma reivindicação das freiras da Congregação Sagrado Coração de Jesus que aqui trabalharam até a década de 70.

 

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Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

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O ano passado um raio atingiu sua cúpula durante uma tempestade, o  acidente também causou danos na parte interna. As rachaduras, que já existiam, se acentuaram e surgiram trincas. Estava fechada para reforma,  mas pela última foto podemos ver que ainda não houve reforma.

 

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Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

 

Igreja de Santo Antonio

Em 3 de dezembro de 1950, foi iniciada a construção da Capela de Santo Antonio na Vila Borzani (Vila Industrial). Inicialmente prevista como uma simples Capela de 3 metros por 4 metros,  teve seu projeto ampliado utilizando-se a mesma planta da Capela  de Lagoa Branca, que hoje é a Matriz de São Pedro. O terreno foi doado por sr. Ângelo Borzani, assim como sua construção em que foi até pedreiro.

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Um pouco da história do Sr. Ângelo Borzani.

Família Borzani descendentes de imigrantes italianos Rômulo Borzani casou-se com Catarina Francischette Borzani, tiveram seis filhos: três homens e três mulheres – Ângelo, Paulo, Rosário Francisco, Maria, Anunciata e Elvira. Desses filhos o destaque é para Ângelo Borzani que cresceu pensando em Casa Branca. Nasceu em 26 de setembro de 1907 na Chácara dos Francischette em Casa Branca; casou-se com Ecylia Rossi Borzani, deste matrimônio nasceram dois filhos: “Luiza Maria Borzani e Sérgio José Borzani”.

Trabalhava na Companhia Força e Luz como eletricista. Era um idealista, sonhava ver Casa Branca como um “!Centro Industrial”. Em 1947, comprou 30 alqueires de terra (parte da Fazenda Penhora) não próprias para a agricultura de Luiz Saran por 30 contos de réis. Com essas terras começou acalentar o sonho de fazer destas terras coisas boas: fez loteamento, doou terrenos para a prefeitura, para pessoas carentes para suas moradias, um campo de futebol, Santa Casa e para a Igreja.

 

Família Borzani

Família Borzani – Jan/60

Sr.  Ângelo Borzani, Da. Ecylia, Sr. Paulo Santos e Luiza Maria Borzani com seus filhos Antonio e  Ecylia.

 

Queria ver Casa Branca prosperar e planejava que se instala-se ali um DISTRITO INDUSTRIAL para o engrandecimento do município. Assim Ângelo conversando com um grande amigo imigrante português e naturalizado brasileiro – casa-branquense, idealista, como ele humilde e de grande devoção a cidade, grande construtor e ex-prefeito de Casa Branca chamado Carlos Bastos dos Santos; planejaram juntos um mapa e a projeção da Vila. Iniciaram a construção da Igreja a qual deu o nome de Igreja de Santo Antônio porque era devoto a esse santo. Homem batalhador e incansável no seu intento. Sua participação foi altamente meritória seus serviços foram além de pedreiro na construção da Igreja e da Vila (que hoje merecia ter o nome oficial de VILA BORZANI).

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Infelizmente não conseguiu ver sua obra acabada, pois morreu no dia 04 de março de 1964. O término ficou por conta da família que residem até hoje na Vila, dos moradores da vila e dos amigos da cidade.  Muitas ruas lá existentes são dessa terras de Ângelo Borzani, uma rua tem o nome de seu pai Rômulo Borzani, outra Rua Família Borzani e finalmente o nome de seu fundador Ângelo Borzani.

 

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Todas essas ruas ficam no Bairro Industrial,  bairro este que fica localizado na parte leste da cidade, com a Rodovia SP 340, nele se encontra o Hotel Coesa (construído pelo Sr. José Araujo outro abnegado por Casa Branca que aqui investiu muito do seu trabalho), e a empresa Pantanal. Tempos atrás existiu a Agencia da Volkswagen ( também fundada por José Araujo) e do outro lado da pista SP-340 outras mais firmas se instalaram.

Tudo se deve ao sonho de Ângelo Borzani que não mediu esforços; deixou aos filhos esse mesmo idealismo de cuidar do próximo. Todos os membros da família nunca tiveram qualquer titulo de nobreza, não ocuparam cargos políticos. O maior título de nobreza foi terem corações generosos que lhes foram dados por Deus e pelo exemplo do Sr. Ângelo Borzani, com o fim de servir bem Casa Branca e seus habitantes.

(dados colhidos com a filha do Sr. Ângelo Borzani, a Srª. Luiza Maria Borzani em 13 de maio de 1997)

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 fonte de pesquisa : dados fornecidos pelo Professor Adolpho Legnaro Filho.
 

Por hoje vou ficando por aqui, a viagem ainda continua, pois ainda tem muita coisa para ser relembrada.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

 

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Continuando com a Comemoração dos 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pela Igreja Nossa Senhora do Rosário e seu Jardim, ou seja, o Jardim da Praça Dr. Barreto.

 

A Igreja Nossa Senhora do Rosário

Antigamente sempre que se fazia um povoado por menor que fosse era erguida uma Capela, com a vinda da família Real em 1808 é que se deu a fundação de núcleos já existente elevado à Vila por Decreto Real com uma Carta Regia, como foi o caso de Casa Branca.

 A Capela do Rosário já existia por ocasião do Alvará de Vila era coberta de sapé, como também o Padre Francisco Godoy Coelho já era o vigário, que veio para essas terras por já existir uma capela e um povoado. O Rosário e sua Irmandade eram uma Fé geral seguida pelos tropeiros, viajantes, moradores e escravos em toda colônia que vira Reino Unido,  e muitas vezes a primeira Capela de um povoado era dedicada a Nossa Senhora do Rosário.

Igreja do Rosário

Igreja do Rosário

Esse desenho é de Miguel Dutra (1854), a Primitiva Igreja do Rosário, está no Museu Do Ipiranga em São Paulo, reprodução feita por João Dorat de fotografia fornecida pelo Sr. Afonso de E. Taunay, assim como o desenho do cemitério, que hoje é a Praça Dr. Barreto.

 

Primeiro Cemitério de Casa Branca

Primeiro Cemitério de Casa Branca

 

 A Capela do Rosário foi elevada a Matriz entre 1814 e 1818 e ficou como Matriz da cidade até a construção e reconstrução da Igreja Nossa Senhora das Dores, período de 1843 até 1907.

O Padre Francisco Godoy Coelho  vigário da paróquia (natural de Itu-SP),  faleceu em 04 de outubro de 1835 e foi sepultado no interior da Capela, mas com tantas reformas que ela sofreu ao longo dos anos, perdeu-se a localização do túmulo.

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Outros importantes membros da sociedade local também foram sepultados dentro da Capela do Rosário, como era de costume, entre outros estão o Capitão Diogo Garcia da Cruz em 1839 (natural do Curato de são João Neponuceno-MG), acompanhou o oficio o sacerdote-capelão Padre Manoel Joaquim das Dores, da cidade mineira Dores do Pantano-MG, e mais tarde sua esposa Inocência Constança de Figueiredo moradores da Fazenda ALEGRIA que deu origem a Mococa; Bento Dias Garcia em 1825(natural de Lavras do Funil – MG) , o Soldado João França (natural da Vila de São Vicente-SP) – Fiscal da Coroa 1802.

 

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Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Em 1851 foi criada a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, para direção da mesma foram eleitos  Vicente Ferreira de Silos Pereira e  José Caetano de Lima, respectivamente, os futuros Barões de Casa Branca e Mogi Guaçu. Em 1853 em Ata a Irmandade do Rosário agradece aos munícipes a doação de “um conto de réis” para ajudar o término da Igreja, já que os recursos da Irmandade não eram suficientes.

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Em 1912 uma nova reforma, no dia 11 de fevereiro após a missa celebrada na Capela do Rosário as imagens foram levadas em procissão para a Igreja Matriz (Nossa Senhora das Dores já construída), já que a tradicional igreja da cidade iria ser totalmente reformada. Sua reinauguração ocorreu em 01 de novembro de 1914, com procissão e missa solene. Ao término da procissão na Igreja Matriz, o Vigário Padre Benedito Telles de Sant’Ana, falou da importância da reinauguração do primeiro “Marco da História Casa-branquense”. Encerrando as festividades houve cinema ao ar livre na Praça Barão de Mogi Guaçu.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Lúcia Zanetti - 2014

Foto Lúcia Zanetti – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Agora um poema de Percival Bacci, publicado no livro “Canteiro Menor”, Editora Soma Ltda., 1982, prefaciado por Solon Borges dos Reias, enviado pelo Dr. Francisco Bueno nos comentários deste “post”.

O olhar de Deus
(Percival Bacci)

Veja primeiro se é o fim de maio
se a cidade é Casa Branca (São Paulo, Brasil)
e se é tarde de sol.

Procure a praça da Senhora do Rosário,
procure a capelinha do Rosário,
bem lá embaixo, no rumo das palmeiras,
será fácil para você,

Deus está por ali e marcou o lugar
com dois círios acesos, atrás da capelinha
e é bom ir logo para ver.

Tem que ser você mesmo, nada vale eu contar,
as palavras são pobres, como as tintas, como as telas
dos pintores, também presentes,
caladíssimos, humílimos,
sofrendo aqueles ipês.

Tem que ser você mesmo
para olhar, para olhar, para olhar.

Não a terra. Não a relva assentada.
Não o tronco, os ramos, as folhas,
não sequer a chama dos círios
– as flores alucinadas
que estão pondo martírios
e profundas olheiras
na tarde transfigurada!

A poesia está na praça. Não é a árvore.
Nem a capela, que tanto gosto dá ver.

Mas quando você vier,
ela estará nos seus olhos roxos,
tintos das flores-olhos-milagres
com que Deus se faz ipê .

Sim, é Deus que está ali, sorrindo,
Olhando para você!

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

Brasão da Irmandade - Foto Adolpho Legnaro Filho

Brasão da Irmandade Nossa Senhora do Rosário – Foto Adolpho Legnaro Filho

Esta peça foi encontrada no dia 27/02/2014 em uma caçamba em frete a Igreja do Rosário, é o Brasão da Irmandade Nossa Senhora do Rosário; provavelmente é da época da fundação da primitiva Capela. Apesar de estar danificada por cupins e sua pintura original escondida por outra tinta, merecia um melhor tratamento do que seu destino em uma caçamba.

 

Para minha tristeza e de vocês também, não consegui uma foto do interior da Igreja Nossa Senhora do Rosário, pois esta em reforma,  mas assim que conseguir vou postá-las.

 

O Jardim da Praça do Rosário – Jardim da Praça Dr. Barreto

 

 

Em 1921 os jornais da cidade reclamavam das depredações no coreto e arvoredos da Praça Dr. Carvalho, atualmente Praça Dr. Barreto, classificavam como ato de vandalismo e pediam que as autoridades tomassem providências.

Em março de 1935, foram inauguradas a reforma e a nova iluminação da Praça Dr. Barreto.

 

Luís Gonzaga Zanchetta - Anos 50

Luís Gonzaga Zanchetta – Anos 50

 

Família Zanchetta

Família Zanchetta

 

Miriam Zanchetta com o filho Cláudio.

Miriam Zanchetta com o filho Cláudio

 

Família Zanchetta no coreto da Praça Dr. Barreto.

Família Zanchetta no coreto da Praça Dr. Barreto

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

Foto Ademar Madureira - 2014

Foto Ademar Madureira – 2014

 

fonte de pesquisa : dados fornecidos pelo Professor Adolpho Legnaro Filho,  e extraído dos livros de  Ricardo Gumbleton Daunt em O Capitão Diogo Garcia da Cruz, e Genealogia dos Entrantes de Vicente Cardoso.
 

Uma boa viagem a todos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

Continuando com a  Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pelo Santuário Nossa Senhora do  Desterro.

 

Santuário de Nossa Senhora do Desterro oriundo de pequena capela construída por João Gonçalves dos Santos em 1852 e reconstruída diversas vezes.

“Final do ano de l869. Na penumbra do cerrado existente na colina, no silêncio, o vulto de um homem, aparentando seus cinqüenta anos, quedo em oração, busca consolo para a angústia de sua alma. Esse homem – Coronel João Gonçalves dos Santos – atribulado pelas provações, lembra-se que só em Deus encontraria paz e resignação para os seus sofrimentos. Como homem de fé, ele tem em seu pensamento o mistério da fuga da Sagrada Família para o Egito. Imagina, com os olhos da fé, as angústias da aflita Mãe e seu doloroso exílio. Inspirado na piedade e na confiança de Maria, exclama: “Queridíssima e aflita Mãe! É do vosso agrado que eu levante aqui, neste ermo, uma Capela em sua honra? Livrai-me, pois, dos grandes males que me afligem”…O Coronel é atendido em sua súplica, obtendo a graça. Reconfortado, inundado de paz e alegria, cumpre, imediatamente, a sua promessa. E assim, a pequena Capela, simples e modesta, sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro é erguida, como testemunho de sua devoção, de gratidão e de amor à Mãe de Deus.”

 

Igreja do Desterro

 A Capela de Nossa Senhora do Desterro, que hoje vemos na Colina do bairro do mesmo nome, foi construída em 1936, pelas mãos operosas do inesquecível sacerdote estigmatino Padre Luís Maria Fernandes. Mas a sua origem remonta ao ano de 1869, quando o Coronel João Gonçalves dos Santos, cumprindo promessa feita à Virgem Maria, erigiu uma humilde capelinha no lugar denominado Alto da Boa Vista, local inserido na antiga Fazenda Casa Branca. O Coronel João Gonçalves faleceu em 17 de setembro de 1926 e foi sepultados na Capela.

 

desterro

Conta a história, principalmente os descendentes do Coronel, que a imagem que repousa no altar da Capela veio de Portugal. O Coronel e seus familiares reuniam-se em torno dela para, diariamente, rezarem o terço. No entanto, outras pessoas também foram se achegando à família e passaram a frequentar os momentos de oração diante da imagem, surgindo a necessidade de aumentar a pequena capela.

luiz carlosEm 13 de julho de 1926 volta a ser realizada, depois de vinte e cinco anos, a Festa de Nossa Senhora do Desterro. A última quermesse tinha acontecido em 1901 e recomeçou de 13 a 25 de julho de 1926 permanecendo sem interrupção até hoje.

 

Dia a dia aumentavam as pessoas que procuravam a Virgem Santa, para um pedido ou para uma oração. Diante disso, em 27 de abril de 1890, o Cônego Miguel Martins da Silva, vigário da paróquia, celebrou ali a primeira missa. Mas o fluxo popular continuava a crescer com o correr do tempo e a capelinha tornara-se pequena, e ainda mais, quase em ruínas, ameaçando desabar. Sob a orientação do Cônego Oscar Sampaio Peixoto – pároco de Casa Branca – no ano de 1931, ela foi reformada e ampliada. Ainda assim não foi suficiente. Em 1936, quando a paróquia passou para as mãos dos Padres Estigmatinos, o Padre Luís Maria Fernandes resolveu demolir a antiga igreja e construir uma outra, bem maior e que poderia atender ao grande movimento de romeiros e fiéis, sofrendo algumas alterações, principalmente na fachada. E até hoje, ela está servindo a todos, propagando a devoção à querida Mãe – Senhora do Desterro.

 

procissão desterroProcissão para Capela do Desterro, onde depois da missa começava a Festa do Desterro.

 

images

O Santuário, dedicado a Nossa Senhora do Desterro, construção de 1936, tornou-se um verdadeiro oásis espiritual, recebendo peregrinos de diversos pontos do Estado, principalmente no mês de Agosto, quando, há mais de 80 anos, ocorre a tradicional Festa do Desterro. É um dos maiores orgulhos de Casa Branca. Possui amplo centro pastoral, salões para festas e confraternizações, livraria católica e sala de milagres, destinadas às mais diversas atividades, formam um conjunto harmonioso que enobrece o Bairro do Desterro, onde está localizado.

desterro 2

 

santuário

Anexo ao Santuário, encontra-se a Livraria Nossa Senhora do Desterro, uma das mais completas lojas de artigos religiosos da região, oferecendo aos visitantes livros, cds, camisetas e materiais religiosos em geral.

Enriquecendo o conjunto, funciona em amplas instalações a moderna Rádio Difusora de Casa Branca, emissora diocesana de radiodifusão, criada em 1956 – há mais de 50 anos em atividade – com equipamentos de última geração e seus funcionários altamente capacitados, tornando-a uma das emissoras AM de maior audiência na região.

 OLYMPUS DIGITAL CAMERAAntigamente a Rádio Difusora de Casa Branca funcionava nesse prédio, na Praça Barão de Mogi Guaçu.

Integra, ainda, o conjunto o antigo seminário de formação de irmãos estigmatinos – hoje Centro Pastoral Diocesano Dom Tomás Vaquero,  totalmente reformado e que recebe, anualmente, milhares de pessoas para os mais diversos encontros oferecidos pela Igreja Católica.

Ao fundo de todas as construções, está a casa das Irmãs Franciscanas, religiosas que vieram da Itália para o Brasil e aqui desenvolvem a sua pastoral.

 

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Um tanto abandonado, o Santuário precisava de uma pessoa dinâmica e entusiasmada para reerguê-lo. Um jovem sacerdote diocesano – Padre José Mário Ribeiro – foi nomeado para as funções de Reitor do Santuário do Desterro. Assumiu suas funções em 1991, e imediatamente lançou mãos às obras, fazendo com que o Desterro renascesse para um presente glorioso, tornando-o parte integrante de, praticamente, todos os acontecimentos de Casa Branca. Com a transferência do mesmo para longes terras, Padre Carlos Eduardo Dóbies assume a Reitoria e continua o trabalho incansável de espalhar a devoção de nossa querida Mãe, a Senhora do Desterro.

 

Agora vamos ver o seu interior pelas lentes de Selma Dourador.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Atualmente, o Santuário Nossa Senhora do Desterro também faz parte do roteiro de peregrinação espiritual conhecido como Caminho da Fé, servindo de lugar de visitação e pouso para os peregrinos que saem da cidade de Tambaú em direção a Aparecida do Norte.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Ademar Madureira

Foto Ademar Madureira

 

Foto Flávia Lopes

Foto Flávia Lopes

 

Agora algumas fotos da Festa do Desterro.

Festa do Desterro gente que não acabava mais. Antes da procissão passavam os caminhões tanques da prefeitura molhando a rua para não levantar poeira. O pátio do Desterro ficava lotado de ônibus de várias cidades e estados vizinhos. Era a melhor festa da região. “Célia Galante”

 

Barraca de Prendas

Barraca de Prendas

 

Capelinha do Desterro
(Francisco Bueno)

A emoção é grande, o sorriso é outro, quando nestes dias que antecedem o mês de agosto vamos à “Capelinha do Desterro” fazer nossas orações ou fazer uma visita à “Santa Milagrosa”. Isso porque vemos pessoas bacanas armando suas barraquinhas, iluminando o pátio, fazendo testes com os aparelhos que tanto irão contribuir com o Serviço de Alto-Falante, a cargo da nossa querida Rádio Difusora. E a barraquinha dos jovens da Comunidade do Desterro? Ah!… lá sim é que é bacana; eles, apavorados, já estão dando um jeitinho de arrumar a maquininha de garapa, já estão preparando o fogãozinho para fazer os milhos se transformarem naquelas pipoquinhas que só eles sabem preparar. E tantas outras coisas!

O Padre Vicente, afobado, só está andando atrás de uma coisa e de outra. Coitado, não para um instante sequer. O homem certo no lugar exato. O irmão Zé Ferreira, com aquele seu já conhecido “boné verde”, dedica-se ao fabrico de brinquedos e de tantas outras coisas relacionadas ao seu serviço de marcenaria. Aliás, o irmão Zezinho é um artista de primeira categoria no seu ramo profissional. O irmão Ézio, o Levi e o Antônio Carlos, preocupados com instalações de fios, músicas etc… não param de jeito nenhum. O irmão Mário cuidando de sua hortinha. O nosso querido Irmão Roberto, com os seus trabalhos na “Sacristia da Capelinha”, já está providenciando velas, medalhas, imagens, lembranças, que os romeiros tanto procuram, levando, assim, uma recordação que nossa querida terra pode lhes oferecer. O Vitor Soares, o “Alfredão” e filhos, com seus pesados instrumentos de trabalho, estão trabalhando mais do que nunca. A turma jovem da Gráfica trabalhando na confecção de programas.

Tudo é movimentação. Tudo é animação. Tudo é interesse para que o nosso Bairro do Desterro desperte nos olhos dos visitantes o verdadeiro prazer que só a tradicional festa de agosto pode lhes proporcionar, são tantas as pessoas que, de uma forma ou de outra, contribuem para nossa festa que até mesmo seria quase que impossível citar todos os nomes, mas somente uma pessoa pode pagar-lhes todo o bem prestado. É o CHEFÃO!

Bem, falei até agora de movimentação, de animação e de interesse por parte dos trabalhadores. E nós, o que faremos? É lógico, vamos até ao Alto da Colina levar nossas orações, procurar muita alegria, e, enfim, dar nossa contribuição para a Quermesse. Por favor, lembre-se que há muitos pequeninos de nosso artesanato precisando de você. Vamos ajudar essas crianças festejando, pois COLABORAR festejando é SERVIR sorrindo!

Crônica de Francisco Bueno, publicada no jornal “Folha de Casa Branca”, edição de 30.07.1972, quando tinha apenas 17 anos de idade.

 

zanchettas festa do desterroFesta do Desterro – Família Zanchetta

 

1969

Festa do Desterro – 1969

Ana Maria Basano, Cidinha Cardoso e Lúcia.

 

1970

Festa do Desterro – 1970

Elvira Tiengo Piccolo, Sr. José Coutinho Correa e Anna de Oliveira Correa.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Renato Romano, X, José Henrique Rocha Carvalho e Agnês Cássia dos Santos.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Marina Nascimento, Ana Maria Basano, Silvinha e Ritinha Camargo, Cristina Grillo, Agnes Cássia dos Santos, Evânia.

 

1972

Festa do Desterro – 1972

Ana Maria Basano, Cidinha Cardoso, Ritinha Camargo, Jussara, Cristina Grillo e Liliane Boretti.

 

1974
Festa do Desterro – 1974 – Bar Fumaça

Dairce Antonialli, Maria Clara Bozeda, Marisa (SCS), Selma Cecília Bozeda, Raquel Piccolo e Marcia, o Fernando Siqueira que esta de costa.

 

Jordão, China, Pedro Ozório,  Galamba, Edinho.

Festa do Desterro – Encontro Casa-branquenses – 2009

Jordão, China, Pedro Ozório, Galamba, Edinho.

 

Raquel Piccolo, Beth Nascimento e Kim Tavares

Festa do Desterro – Encontro Casa-branquenses – 2010

Raquel Piccolo, Beth Nascimento e Kim Tavares.

 

Termino este “post” com as imagens da comemoração de Corpus Christi de 19/06/2014, no Santuário Nossa Senhora do Desterro,  pelas lentes de André Nigro.

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

Foto André Nigro

Foto André Nigro

 

fonte de pesquisa: http://www.santuariodesterro.com.br/historicodosantuario.htm

 

Uma boa viagem a todos.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

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Continuando com a  Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos viajar pela Igreja Matriz e  seu Jardim,  ou seja,  o Jardim da Praça Barão de Mogi Guaçu.

 

Igreja Matriz – Igreja Nossa Senhora das Dores

“A Matriz de Casa Branca, consagrada a Nossa Senhora das Dores, impressiona a quem com ela se depara.  Se o objetivo de seus idealizadores e construtores, tal como o dos Papas do Barroco, era o de provocar impacto e deslumbramento e transmitir uma ideia de pompa e glória para lembrar o céu, muito sucesso eles tiveram.”

 

3t

Em 1814 era necessário que a cidade tivesse sua igreja para receber o título de Freguesia, razão pela qual o Bispo de São Paulo determinou a construção. Mas, 20 anos depois foi instalada a Igreja de Nossa Senhora do Rosário coberta de Sapé, para funcionar como Matriz, edificada entre 1814 e 1818.

A primeira missa no território casa-branquense teria sido rezada, pelo Padre Francisco de Godoy Coelho, no dia 22 de setembro de 1811, na casa de Bento Dias Garcia, proprietário da Fazenda Cocaes e que ali chegara por volta de 1790.

Nos primórdios da ocupação, e em face dela ter se dado em vários pontos desse território, os solicitantes à elevação do lugar à freguesia, a quem era exigido um parecer do bispado de São Paulo e a doação de um patrimônio para a ereção da capela, dividiram-se em três grupos: De um lado o Padre Godoy, que desejava a freguesia na Fazenda Cocaes, adquirida por ele junto a Bento Dias Garcia, sob a proteção de São Mateus; de outro, os irmãos Lara, residentes no local denominado Estiva e, ainda, o partido chefiado por José Nazaré de Azevedo, juntamente com Lourenço Martins Leme, proprietário das fazendas Lambari, Penhora e parte do local onde havia o pouso Casa Branca, na “Estrada dos Goiases, e, também Joaquim Machado, dono da fazenda Paciência ou Engenho do Rezende. O grupo da Casa Branca saiu-se vencedor, passando o lugar a chamar-se, por Carta de Criação ( Alvará) firmada, em 25 de outubro de 1814, pelo príncipe regente D. João VI, de Freguesia de Nossa Senhora das Dores da Casa Branca, com a nomeação do Padre Francisco de Godoy Coelho como primeiro pároco.

Muito embora tenha sido nomeado pároco da nova freguesia, mas contrariado pela derrota, o Padre Godoy , nos primeiros tempos, continuou a morar e proceder a ofícios religiosos na Cocaes, dirigindo-se Casa Branca nas datas religiosas principais. Todavia, para ser simpático, doou aos habitantes da freguesia uma imagem de Sant’Ana. Esta imagem, por algumas vezes, desapareceu da igreja, aparecendo na Fazenda Cocaes, o que obrigava o povo ali buscá-la. O Padre Godoy, aproveitando-se da situação, dizia em seus sermões, gravemente: “Devotadíssimos irmãos: a Santa não quer ficar em Casa Branca!”. Desconfiados, o fiel Joaquim Machado, um dos pioneiros da fundação da cidade, e outros companheiros puseram-se de vigília e surpreenderam um escravo do padre, de nome Isaías, subtraindo ainda mais uma vez a imagem. Descoberta a farsa, no outro dia, quando foi rezar a missa, o Padre Godoy proclamou: “Devotadíssimos irmãos, a santa resolveu ficar em Casa Branca!”.

 

Matriz em construção sem cúpula central

Matriz em construção sem cúpula central

 

Para a formação do patrimônio, José Nazaré de Azevedo doou área equivalente a “32 alqueires de planta de milho”, entre os córregos Espraiado e Frutuoso, onde existiria a casinha branca que deu origem ao nome da cidade, até o cemitério, onde hoje está edificada a EE “Dr. Francisco Thomaz de Carvalho ( Escola Normal).

As obras da Matriz foram iniciadas em 1843, levando 45 anos para serem concluídas,  possui estilo eclético neo-renascentista e foi inaugurada oficialmente e o solenemente em 08 de setembro 1888, mas na madrugada de 23 para 24 de dezembro do mesmo ano a igreja  pegou fogo, o qual a consumiu depois de 9 dias. O incêndio foi causado por vela deixada acesa junto ao altar-mor.

 A reconstrução se iniciou imediatamente, mas em 1893,  já na fase de madeiramento, foi verificado um sério problema no alicerce, teve de ser demolida, iniciando-se imediatamente sua reedificação.

 

2cEsta foto foi depois do incêndio, foi a reconstrução, a torre da direita foi a que restou da antiga Matriz.

1890

1890

 Em 1893, A comissão de obras, presidida pelo fazendeiro José Caetano de Lima ( Barão de Mogi Guaçu) e constituída por Honório de Silos, Urias Gonçalves dos Santos, Francisco Eugênio de Lima e pelo Padre Cândido José Correa, contratou a reconstrução da matriz. Quanto à planta, não existe um consenso sobre quem a elaborou. Fala-se de um arquiteto italiano e de um engenheiro do Rio de Janeiro e mesmo de um irmão leigo salesiano, de nome Del Picano. Os empreiteiros foram João Argenta e Luiz Argenta, de Espírito Santo do Pinhal.

 

Procissão 1930

Procissão 1930

 

Empenharam-se na construção, os párocos Félix Brandi ( 1898 a 1907) e Benedito Telles de Sant’Ana ( 1907 a 1925). A campanha para a pintura, inclusive interna, e o início foi no período do Cônego Oscar Sampaio ( 1925 a 1932) e confiada a um artista italiano vindo de São Paulo, tendo sido concluída no período do Padre João Neves Cólen ( 1932 a 1936).

 

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“O seu exterior, quanto à arquitetura, é uma mescla de estilos: clássico, barroco e renascentista. O frontão é clássico, triangular, com cornijas e frisos lisos, sobre um hall colunado, situado no lado externo de uma parede que cerca o interior. Sustentam o frontão 4 colunas da ordem dórica, inclusive o capitel.”

 

2Matriz reparem que os postem ainda são de madeira

 

2Matriz foto tirada do Clube Casa Branca reparem_que_o_poste_ainda_é_de_madeira

 

matriz 1947

matriz

 

3Igreja anos 60

 

 

Saída da missa anos 60

Saída da missa anos 60

 

3Matriz vista por outro angulo anos 60

 

4matriz (2)anos 70

 

Foto de André Nigro

Foto  André Nigro

 

Foto de André Nigro

Foto  André Nigro

 

M3391M-1011

Selma Dourador

Foto  Selma Dourador

 

Foto de Selma Dourador

Foto  Selma Dourador

 

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Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Eurico Zimbres

Foto Eurico Zimbres

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

13 ma

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Célio Gobetti

Foto Célio Gobetti

 

Foto Célio Gobetti

Foto Célio Gobetti

 

Interior da Igreja com a pintura já restaurada.

Interior da Igreja com a pintura já restaurada.

 

Agora vamos ver o  seu magnífico interior pelas “lentes” de Selma Dourador e Marcelo Basilone.

“O interior é barroco. As torres laterais e a nave, que é interrompida transversalmente pelo transepto, formando a cruz latina. Sobre a conexão na nave com o transepto, em formato hemisférico, a cúpula renascentista eleva-se sobre um tambor com colunas. As nervuras feitas com pintura branca afunilam-se na direção do topo, conduzindo a um ponto onde cruzam o pé da lanterna. Assim como a cúpula descansa nas cornijas horizontais do tambor, a lanterna apóia-se no anel horizontal do ápice da cúpula.”

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

A porta de entrada toda entalhada em madeira nobre.

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Marcelo Basilone

Foto Marcelo Basilone

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Marcelo Basilone

Foto Marcelo Basilone

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

Uma beleza incrível em cada detalhe e lembro perfeitamente que antes do restauro era ainda mais linda, mas muitas pinturas estavam desgastadas, principalmente das colunas,  que foram totalmente modificadas, também me recordo que Ganymedes José esteve  na comissão desse restauro.

 

Cristo Redentor  da Igreja Matriz

 

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Em 25 de julho de 1931 foi inaugurado o Cristo Redentor em frente a Igreja Matriz. Pesando 650 quilos sua obra foi executada por Agostinho Odísio, de Pouso Alegre. Foi abençoada por Dom Alberto José Gonçalves, Bispo de Ribeirão Preto, com a presença do Paróco Conhego Oscar Sampaio e grande número de fiéis.

 

 

3cristo Matriz

 

cristo matriz

 

Foto Alfredo Barzon

Foto Alfredo Barzon

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

 

Jardim da Matriz – Praça Barão de Mogi Guaçu

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Em 27 de abril de 1929 as obras do novo jardim público da Praça Barão de Mogi Guaçu estavam bem adiantadas. Projetado pelo Prefeito Teodoro Volponi, Escultor e Artista. O jardim estava recebendo bancos oferecidos pelos comerciantes e fabricados por Jorge Bonetti. Até os dias a maioria destes bancos ainda resiste à ação do tempo.

 

Jardim antes da reforma.

Jardim antes da reforma.

 

1940

1940

 

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5a jardins

Um dos jardins mais belos, podemos ver o capricho do “Jardineiro Santin” ou seja o Sr. Santo Giácomo,  que fazia esculturas nos “cedros”.

 

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Maria Espíndola Trani e João Trani

Beth Espíndola- 1946

 

Maria Espíndola Trani e João Trani

Maria Espíndola Trani e João Trani  – 1947

 

Terezinha, Magdalena e Lourdes

Terezinha Silva, Magdalena Silva  e Maria Lourdes Silva – 1948

 

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 Marilena Tonelli, Madalena  Bozzeda e Alba Aiello - 1956

Marilena Tonelli, Madalena Bozzeda e Alba Aiello – 1956

 

 Madalena Bozzeda, Marilena Tonelli e Alba Aiello - 1956

Madalena Bozzeda, Marilena Tonelli e Alba Aiello – 1956

 

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3matriz anos 60

 

jardim n

 

Família Madureira - 1957

Família Madureira – 1957

 Crianças da direita p/ esquerda: Ademar, Pedro Jorge, Sonia, Josefa, José Osvaldo(Nenéco), João. Adultos: Vera,  Zezão, Lizota e Da. Maria Madureira.

Família Madureira - 1957

Família Madureira – 1957

Crianças dir. P/ esquerda: Pedro Jorge, Ademar, Nenéco e João. Em pé Sonia, sentada Josefa. Adultos: Zézão,  Vera, Da, Maria Madureira e Lizota – Fotos antigas tiradas pelo Rolley Foto.

 

Família Araujo - 1957

Família Araujo – 1957

Shell, Maco, Aninha, Regina com Tadeu no colo.

 

Família Bozzeda - 1957

Família Bozzeda – 1957

Lúcia Helena, Maria Clara e Selma Cecília.

 

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Amigas no jardim - 1967

Amigas no jardim – 1967

Marisa Talamoni, Hélcia Bruno de Lima, Lúcia Helena e Selma Cecília Bozzeda.

 

Zica Pistelli - 1972

Zica Pistelli – 1972

 

1991

1991

Irmãs no Jardim da Matriz – Selma Cecília, Lúcia Helena e Silvia Cristina Bozeda.

 

 Com o passar dos anos não temos mais o “Jardineiro Santin”, e o Jardim da Matriz esta assim:

 

1coreto do jardim

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

 

Foto  Henrique Cassiolato

Foto Henrique Cassiolato

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5coreto

 

Foto José Luiz Arcuri

Foto José Luiz Arcuri

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

O chafariz ficava no Largo na Boa Morte e foi transplantada na Praça Barão de Mogi Guaçu.

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

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Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Foto Selma Dourador

Foto Selma Dourador

 

Fonte de pesquisa: http://spcidades.com.br; http://www.plataformaverri.com.br; Textos históricos enviando pelo Professor Adolpho Legnaro Filho.
 
 

Foi uma longa viagem, mas valeu a pena ver cada foto.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

 

 

 

 

2Rotunda de Casa Branca

Continuando com a Comemoração de 200 anos de Casa Branca, hoje vamos relembrar mais alguns lugares que fizeram parte da nossa história, como as Estações de Trem e o encanto que elas tinham.

 

Vamos começar com a Velha Estação da Mogiana – Estação Casa Branca

A estação original de Casa Branca foi inaugurada ao tráfego em 14 de janeiro de 1878, sob o comando do Chefe Albino da Silva Espindola, dos telegrafistas Vicente Bittencourt e Antoni Farani; maestrino José Ivo de Souza Leite; portadores Lauro de Souza e Bonifácio, foi aberta como ponta de linha do tronco, assim permanecendo até 1882, quando foi inaugurado o trecho Casa Branca-São Simão. Da estação de Casa Branca saía, desde 1890, o ramal que levava a Mococa e a Guaxupé. Funcionou como estação principal da cidade até o ano de 1951, quando foi inaugurada a estação nova da cidade, que passou a atender ao tronco e à saída do ramal. A estação antiga, então, ficou sendo a primeira do ramal de Mococa, que passou a ter como ponto inicial Casa Branca-Nova, e passou a ser chamada de Casa Branca Ramal. Depois de desativada em 1988, a estação de Casa Branca-Ramal serviu de sede para o pessoal da eletrificação do trecho Campinas-Ribeirão Preto, e para estocagem de material elétrico. Essa eletrificação, entretanto, nunca passou de Casa Branca.

 

casabranca9301

2estação velha 3Podemos ver com nitidez a Rotunda.

 

rotunda

 A rotunda de Casa Branca ficava no pátio ferroviário da estação de Casa Branca, da Mogiana. Este pátio foi desativado parcialmente em 1951, com a abertura da nova estação (Casa Branca-nova), em ponto diferente da linha-tronco e fora da cidade. É possível que a demolição da rotunda tenha se dado nessa época, mas temos de lembrar que as duas estações ainda mantiveram sua ligação até os anos 1990.

1920

1920

 Construção do Jardim da Estação.

 

4estação velha 6

8

1910

1910

 

6estação 2

 

6a estação velha

 

7Antigo depósito de manutenção de locomotivas.

 

10bebedouroConstrução do Bebedouro de Animais.

 

12Praça Rui Barbosa 1965

 

 

8Praça Rui Barbosa

 Naquela época havia “VIDA” na estação, o movimento da Mogiana era aqui em Casa Branca, vinha gente de outras cidades para passear aqui, para ver os trens que chegavam e partiam. Naqueles tempos tínhamos 6 horários de trem subindo Campinas/Casa Branca e 6 horários de trem descendo de Ribeirão Preto/Casa Branca. Palavras do Ferroviário Sebastião Juvenal.

 

PN1 GUAXUPÉ G-12 FASE 2 DA MOGIANA COM CARROS DE INÓX - CASA BRANCA /ITOBI

PN1 GUAXUPÉ G-12 FASE 2 DA MOGIANA COM CARROS DE INÓX – CASA BRANCA /ITOBI

 

Em 1990 a Estação Casa Branca Velha passou a ser a sede da Prefeitura Municipal de Casa Branca.

 

14estação velha (2)

Foto de Darcy Minnucci

Foto de Darcy Minnucci

Plataforma da estação já desativada 1996.

 

Foto de Darcy Mennucci

1996 – Foto  Darcy Mennucci

 

1999 -  Foto de Ralph M. Giesbrecht

1999 – Foto  Ralph M. Giesbrecht

 

1999 - Foto Ralph M. Giesbrecht

1999 – Foto Ralph M. Giesbrecht

 

2008 -  Foto de Leonardo Patara

2008 – Foto  Leonardo Patara

 

2013 -  Foto Luis Fernando Pecchiore Bastos

2013 – Foto Luis Fernando Pecchiore Bastos

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPátio da Prefeitura,  antiga Estação Casa Branca.

 

O antigo pátio da Estação Casa Branca, com o depósito de máquinas e uma das casas estava assim em agosto de 2008. Trilhos ali são somente lembranças. Os vagões estacionados no canto direito estão isolados sobre pedaços de trilhos sem ligação com nada.

 

Foto Leonardo Patara

Foto Leonardo Patara

vagão

 

“Compraram milhões em equipamentos, inclusive locomotivas francesas para abandonar tudo no mato. As locomotivas nunca chegaram a circular porque eram mais largas e iam bater em todas as plataformas das estações. Belos engenheiros”, conta Rodrigo Cabredo. O ramal, depois de uma reativação em 1986, foi logo desativado e os trilhos retirados; entretanto, manteve-se a ligação entre a Estação Velha e a de Casa Branca-Nova, e em dezembro de 2000, embora o prédio já estivesse ocupado pela Prefeitura Municipal, o pátio ainda continha os desvios com alguns vagões. Poucos meses depois disso, os armazéns da estação, do outro lado do pátio, foram invadidos, depredados, saqueados e incendiados. Até por volta de 2000, o antigo ramal ainda seguia por alguns metros no sentido de Itobi, e, logo depois de cruzar a avenida de entrada principal da cidade, desaparecia no meio do matagal. Pouco depois (2004), retiraram-se esses trilhos e ainda a ligação entre as duas estações de Casa Branca.

(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Darcy Mennucci; Douglas Bulhões; Humberto Alvarenga Jr.; Tony Belviso; Luis Fernando Pecchiore Bastos; Rodrigo Cabredo; Leonardo Patara; Folha da Manhã, 1948-1949; Revista SPR, 1939; Geraldo Majela Furlani: O Município de Casa Branca, 2003; Cia. Mogiana: relatórios anuais, 1875-1969; Cia. Mogiana: relação oficial de estações, 1937; Relatório do Presidente da Província, 1884; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)

 

Estação Casa  Branca Nova

 

Foto Rodrigo Cabredo

Foto Rodrigo Cabredo

 

Em dezembro de 1948, parte do que foi construída até então da variante Lagoa-Tambaú, ou seja, o trecho entre Lagoa e Casa Branca, foi aberto ao tráfego ferroviário. Porém, ainda não existia a estação nova de Casa Branca. A cidade se preocupava que esta jamais fosse construída e que a linha-tronco somente pudesse ser acessada pelo ramal que agora tinha ligação direta com o tronco novo no bairro de Desterro, onde finalmente a nova estação teria suas obras iniciadas.

 

Foto Rodrigo Cabredo

Foto Rodrigo Cabredo

 

A continuação da variante somente seria aberta anos mais tarde. A estação de Casa Branca-Nova foi inaugurada oficialmente em 1951, para substituir a estação mais antiga, que seguiu em atividade, mas que passou a fazer parte do ramal de Mococa com o nome de Casa Branca-Ramal. Porém, segundo relatos de velhos ferroviários da região, a estação teria começado a funcionar somente em 1956, quando nesse ano a linha velha do tronco original teria sido retirada entre Lagoa e Casa Branca-Velha.

Casa Branca-Nova ficava afastada da cidade, num bairro pobre chamado de Desterro, e muito próxima da estação do tronco antigo, Briaréu. Da nova estação passou a sair o ramal de Mococa e Guaxupé, de 1951 até a desativação em 1989.

 

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casa branca novaNesta foto pode se ver a composição toda formada por carros tipo Budd 500 chegando na estação de Casa Branca Nova.

 

2Entrada do Pátio da Casa Branca Nova.

 

Foto Vanderley Zago

Foto Vanderley Zago

Cruzamento de trens de passageiros “Ave Maria” da FEPASA em Casa Branca, anos 1990.

 Foto Vanderlei A. Zago

Foto Vanderlei A. Zago

O último trem de passageiros em Casa Branca-Nova,  foi em 10/09/1997.  Depois disso, o abandono. Lembro que nessa época  eu morava em Brasília, minhas irmãs e primas que moravam em São Paulo e Casa Branca pegavam o trem nessa estação e iam até Brasília nos visitar. Elas diziam que era uma viagem maravilhosa.

 

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Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

A Estação Casa Branca Nova em 26/09/1998, já fechada.

 

Até meados dos anos 1990, a estação ainda trocava staff. Esteve exposta ao vandalismo, fechada, abandonada, depredada, invadida e com vidros quebrados. Cavalos pastavam nas plataformas cheias de mato, e vagões apodreciam em seus desvios. Vândalos invadiram os escritórios e incendiaram as instalações, espalhando documentos das ferrovias que estavam ali arquivados (plantas, mapas e relatórios do início do século) pelo chão e urinando sobre eles. Nenhuma providência foi tomada.

 

21estação nova,

 

Foto

Foto Ralph M. Giesbrecht

A estação em 09/04/2000, já completamente abandonada e depredada.

 

abandono 2

 

abandonoTotalmente abandonada.

 

Em 2007, a FCA e a Prefeitura de Casa Branca reformaram o prédio da estação, que passou a abrigar o terminal modal da ferrovia (“porto seco”). Pouco durou o “porto”. Em 07/2009 a ex-estação já teria virado um centro comunitário.

 (Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisas locais; Vanderlei A. Zago; Rodrigo Cabredo; Leonardo Patara; Natan Silva; Geraldo Majela Furlani: Folha da Manhã, 1948; O Município de Casa Branca, 2003; IBGE; Cia. Mogiana: relatórios anuais, 1940-69; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht).

 

Foto Ralph M. Giesbrecht

Foto Ralph M. Giesbrecht

A Estação finalmente recuperada em 27/10/2007.

 

 Ago/2008. Foto Leonardo Patara

Ago/2008. Foto Leonardo Patara

 

 Ago/2008. Foto Leonardo Patara

Ago/2008. Foto Leonardo Patara

 

 

19estação nova desativada

Ago/2011. Foto Ralph M. Giesbrecht

Ago/2011. Foto Ralph M. Giesbrecht

 Em agosto de 2011, a placa de terminal modal continuava na Estação de Casa Branca Nova.

 

 

Estações que fizeram parte da  Rota “Campinas/ Ribeirão Preto”.

 

CMEF – Cia. Mogiana de Estradas de Ferro – Linha Tronco – (Bitola de 1,00 m)

Fonte de pesquisa sites:  http://www.estacoesferroviarias.com.br páginas elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht;  http://vfco.brazilia.jor.br/mapas-ferroviarios/1954-CMEF-Companhia-Mogiana-Estradas-Ferro-1.

 

 

Mapa Cia Mogiana - 1954

Mapa Cia Mogiana – 1954

 

 

Saída da Estação Campinas

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Vista externa da estação de Campinas

 

1ª Parada Estação Rizza

Estação Rizza

Estação Rizza

 

2ª Parada Estação Guanabara

estação guanabara

 

3ª Parada Estação Anhumas

Estação Anhumas10

estação Anhumas 2

 

4ª Parada Estação Pedro Américo

Estação pedro americo

 

5ª Parada Estação Tanquinho

Estação tanquinho

 

6ª Parada Estação Carlos Gomes

Estação Carlos Gomes

 

7ª Parada Estação Jaguariuna

estação jaguariuna

 

8ª Parada Estação Guedes

estação guedes1

estação guedes-nov

9ª Parada Cristiano Osório

O movimento de trens que vinha há muito sendo prejudicado com a grande distancia entre Guedes e Ressaca foi atendido com a sua subdivisão e com a instalação em caráter provisório de um posto no km 46, denominado Cristiano Osório (ato 1.053, de 7/2/1939), como justa homenagem a este ilustre e prestimoso cidadão recentemente falecido” (Relatório Mogiana, 1939).

Com a variante Guedes-Mato Seco, aberta em 1979, o local ficou definitivamente fora da linha original. Todas as informações da região dizem que o prédio foi demolido, estando hoje coberto pelos canaviais da região.
(Fontes: Pedro Abrucés; Bruno Arielba; Cia. Mogiana: Relatórios oficiais anuais; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)

 

10ª Parada Posse de Ressaca

Estação posse ressaca 1

Estação posse ressaca 2

 

11ª Parada Estação Alfa

Estação Alfa

 

12ª Parada Estação Conselheiro Martim Francisco

Estação Conselheiro Martim Francisco

 

13ª Parada Estação Tujucuê

O posto telegráfico de Tujucuê foi aberto em 1911, como um posto telegráfico. Foi fechado em 1961 (*RM-1961). Em 1979, a abertura da variante Guedes-Mato Seco tirou o local da antiga estação da linha. A estação foi demolida e plantou-se cana no local.

 

14ª Parada Estação Mogi Mirim

Estação Mogi Mirim

 

15ª Parada Estação Mogi GuaçuEstação Mogi Guaçu

Estação de Mogi Guaçu, inaugurada em 1979 com a inauguração da variante Guedes-Mato SecoEstação de Mogi Guaçu, inaugurada em 1979 com a inauguração da variante Guedes-Mato Seco.

 

16ª Parada Estação Ipê

Estação ipe10

 

17ª Parada Estação Estiva

estação estiva

 

18ª Parada Estação Urutuba

Estação urutuba

 

19ª Parada Estação Oriçanga / Orissanga

Estação orissanga

Estação orissanga 2

 

20ª Parada Estação Mato Seco

estação mato seco

estação matoseco

mato seco Estação de Mato Seco, remanescente da linha tronco original.

 

21ª Parada Estação Astrapeia

Estação astrapeia

 

22ª Parada Estação Aguaí

23 estação  Aguai

aguaiO trem chega a Aguaí, antiga Cascável e inicio do Ramal de Caldas.

 

23ª Parada Estação Engenheiro Mendes

estação engenheiro mendes

 

24ª Parada Estação Orindiuva

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estação orindiuvaRemanescente da linha tronco original e ainda com o mesmo aspecto, estação de Orindiuva .

 

estação orinduva1

 

 

25ª Parada Estação Miragáia

estação miragaia

 

26ª Parada Estação Lagoa/ Lagoa Branca

estação lagoa 3

estação lagoa

 

Foto de João Carlos

Foto de João Carlos

 

 

lagoa Dois trens de carga aguardavam a passagem do PM.1 para prosseguir suas viagens na estação de Lagoa Branca .

 

27ª Parada Joaquim Libano

A estação de Joaquim Libânio, muito pequena, foi inaugurada em 1948, como Cocais-nova, mas depois, em 1/7/51, recebeu o nome de um diretor da Mogiana, falecido em 1949. Ficava muito próxima à estação velha de Cocais e à fazenda do mesmo nome.

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 28ª Parada Estação Cocais/ Cocaes

estação coocaes

estação cocaes

 

29ª Parada Estação Papagaios

estação papagaios

 

30ª Parada Estação Casa Branca

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31ª Parada Estação  Coronel Correia

Estação Coronel Correia 1estação coronel correa 2

Estação Coronel Correia

cel.correaEstação de Coronel Corrêa, era um posto de cruzamento entre Casa Branca e Tambaú .

 

32ª Parada Estação Baldeação

estação baldeação

 

32ª Parada Estação Lage/ Brejão

A estação de Lage foi aberta em 1881, como ponta de linha da “linha do Ribeirão Preto”, que era o trecho que continuava o tronco para além de Casa Branca. Porém, depois da construção de Baldeação, que passou a cumprir as suas antigas funções, e com vantagens, Lage, muito próxima, acabou por, aos poucos, perder sua importância, até ser fechada, em 1/12/1932. Na distância de  pouco mais de 1 km de Baldeação, e tendo sido proporcionado ao público acesso a esta estação, o que anteriormente não existia, a estação se tornou desnecessária, sendo a sua denominação aproveitada para o posto telegráfico instalado no km 198, mais à frente e antes da estação de Coronel José Egídio, e foi aberto no mesmo dia um posto telegráfico com o mesmo nome: Lage. Em 01/09/1937, o posto teve o nome alterado para Brejão.

estação lage

 

Estação Brejão

 

33ª Parada Estação Coronel José Egídio

Estação Coronel José Egidio 1

 

34ª Parada Estação Tambaú / Tambahú

estação tambahu

 

35ª Parada Estação Faveiro

estação faveiro

 

36ª Parada Estação Córrego Fundo

Estação Corrego Fundo

Estação Corrego Fundo 1

 

37ª Parada Estação Santos Dumont

estação santos dumont

 

38ª Parada Estação Cerrado

 

estação cerrado

 

39ª Parada Estação Sucury

estação sucury

 

 

40ª Parada Estação São Simão

Estação Sáo Simão

estação são simão

 

41ª Parada Estação Bento Quirino

Estação Bento Quirino

Estação Bento Quirino1

 

42ª Parada Estação Canaã

Estação Canaã

 

43ª Parada Estação Beta

estação beta

 

44ª Parada Estação Tibiriçá

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tibirica99

 

45ª Parada Estação Cravinhos

estação cravinhos

 

46ª Parada Estação Buenópolis

Estação Buenopolis

 

47ª Parada Estação Bonfim Paulista

Estação Bonfim

 

48ª Parada Estação Santa Tereza

Estação Santa Tereza

 

49ª Parada Chegada em Ribeirão Preto

Estação Ribeirão Preto 2

ribeirao631

 

Não poderia terminar essa viagem sem colocar a principal figura que nos encanta até os dias de hoje com seu apito avisando sua chegada, ou partida.

“Em 08 de março de 1912, um trem composto de 45 vagões de carga e uma nova locomotiva a vapor passou por Casa Branca, um grande número de curiosos foi até a estação para conhecer a locomotiva que, pelo seu tamanho, fazia as demais máquinas da Mogiana parecerem brinquedos de criança.”

fonte: http://www.casabranca.sp.gov.br

 

 

locomotivaLocomotiva à vapor número 753 fabricado pela Henschel alemã, a mais potente de toda a frota da CM.

 

ABPF_980_postal_VAZLocomotiva a vapor n° 980 tipo 0-4-0 (four-coupled) fabricada pela Hohenzollern em 1886, Dusseldorf – Alemanha, recuperada pela ABPF – Campinas-SP. Esta locomotiva teve três números, como seguem: de 1886 a 1914 n° 28, de 1914 a 1938 n° 800 e finalmente recebeu o 980 a partir de 1938. Seu esforço de tração chegava 3.681 quilos a 85% de pressão na caldeira. Foto de Vanderlei Zago, enviada à EFB por Helio Gazetta

 

 

locomotiva 1

 

locoLocomotiva tipo 4-6-0 Tenwheel, fabricada pela CM, na rotunda de Campinas, inicio dos anos 30.

 

Trem de passageirosTrem de passageiros tracionado pela locomotiva 762, tipo Mikado, fabricada pela Baldwin Locomotive Works em 1945, uma das mais possantes da CM. Foto tirada em Mogi-Guaçu.

 

Rf570901O fim da “Maria Fumaça”

 

Locomotiva diesel-elétrica EMD - GM modelo G.12

 

Locomotiva G.12 da GM - EMD, fabricada em 1957, com o primeiro esquema de pintura da Mogiana e já incorporada ao patrimônio da FepasaLocomotiva G.12 da GM – EMD, fabricada em 1957, com o primeiro esquema de pintura da Mogiana e já incorporada ao patrimônio da Fepasa.

 

 Fonte das fotos: http://www.cmef.com.br/

 

Foi uma longa viagem, espero que aproveitem e relembrem coisas boas do passado, eu adorei fazer este “Post”, foi o que mais demorei, mas valeu a pena.

 

Um grande abraço

Maria Clara

 

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