Homenagem a Carmo Aga – 2º parte – Prestação de Contas da sua Gestão como Prefeito de Casa Branca

Dia da Posse do Prefeito Carmo Aga

Dia da Posse do Prefeito Carmo Aga

 

novo governo

 

Na minha última visita que fiz a Casa Branca em Janeiro/16, consegui com Rosana Aga,  um “Jornal  de Edição Especial”, em que seu pai,  o ex-prefeito, Sr. Carmo Aga,   presta contas aos cidadãos Casa-branquenses de todas as obras, benfeitorias e a finanças do município em sua gestão. Devido alguns contratempos que tive, só agora estou conseguindo postar a sequência dessa homenagem para que os Casa-branqueses recordem dessa época e para que os mais jovens conheçam sua história.

 

Capa

Aos Casa-branquenses

A finalidade desta edição especial é a de fazer uma prestação de contas da administração iniciada em 1º de fevereiro de 1977 e  encerrada a 31 de janeiro de 1983.

As primeiras palavras são de agradecimento ao povo de Casa Branca, razão principal do nosso trabalho, que nunca nos faltou com o seu apoio e colaboração. Agradecimento que estendemos às autoridades constituídas no município, aos dedicados servidores municipais, aos senhores vereadores e à professora Conceição David de Souza, digníssima vice-prefeita.

 

carmo osnilda conceição

Agradecimento especial à minha mulher Osnilda Paiva Aga, e às suas valorosas Voluntárias, pelo excelente trabalho desenvolvido na Assistência Social e no campo da Promoção Humana.

carmo e osnilda

Foram seis anos de trabalho intenso, esbarrando sempre na falta de maiores recursos financeiros para atender às justas aspirações do povo  casa-branquense, principalmente das camadas menos favorecidas, que habitam na periferia e que mais necessitam da atenção do Poder Público.

Dentro das limitações financeiras de Casa Branca, julgamos que foi feito o possível, com a correta aplicação dos recursos disponíveis. Nenhum município brasileiro tem condições, hoje, de realizar os investimentos necessários para um melhor padrão de vida dos seus munícipes, enquanto não houver uma reforma tributária destinada a fortalecer as combalidas finanças municipais.

figueiredo

Em consequência da política econômica vigente no País, os prefeitos são obrigados a viajar constantemente, mendigando auxílios junto às autoridades estaduais. Vivem pedindo o que por direito pertence aos municípios. Estes formam a base de sustentação do País. Nascemos, vivemos e morremos no Município. No entanto, de cada 100 cruzeiros (moeda da época) que a Prefeitura arrecada, apenas 7 cruzeiros permanecem no Município. Algum dia, se Deus quiser, as autoridades responsáveis haverão de entender que, fortalecendo os municípios, Estados e o Brasil serão mais forte ainda (estamos em 2016 e até hoje nada mudou, ou seja, estamos com um bando de ladrões roubando o País). É bastante fácil, portanto entender porque nem sempre a Prefeitura pode realizar as obras reclamadas pela comunidade.

andreazza

Em Casa Branca, para a execução de uma obra de custo mais elevado, somos obrigados a recorrer a financiamentos. Assim aconteceu com a infra-instrutura das casas do CECAP, no bairro São João; com as casas do Nosso Teto, na Venda Branca; com a padronização da moderna iluminação pública instalada nos bairros; com a construção da Estação Rodoviária; com a aquisição de caminhões, a usina de asfalto e máquina de fabricar guias e sarjetas.

As administrações locais sempre enfrentaram diversos desafios, o principal deles relacionado com o sistema de abastecimento de água, notadamente nos bairros. É um problema que parece estar superado para os próximos anos, faltando ainda a construção de nova casa de máquinas, junto ao manancial, e a substituição dos motores e bombas, o que permitirá aumentar de 30 para 80 litros por segundo o fornecimento do precioso líquido, através da E.T.A. que foi reformada e ampliada, ali se instalando moderno sistema de tratamento. Ao mesmo tempo, construímos dois sistemas autônomos de abastecimento, para os bairros São João e adjacências e bairro do Desterro, além da colocação de nova adutora, de ferro fundido, diâmetro de 10 polegadas, com extensão de 1.100 metros.

Ainda recentemente, recebemos do Governo do Estado equipamentos parcial para implantação do sistema de fluoretação da água consumida pelo povo, o que irá melhorar ainda mais a sua qualidade.

A construção de redes de esgotos também mereceu especial atenção, considerando-se a importância da saúde pública. Há que se destacar a construção, com auxílio direto do Governo do Estado (DAEE) das duas lagoas (anaeróbia e facultativa) para tratamento dos esgotos da Vila Industrial, sendo Casa Branca a primeira cidade desta região a contar com esse sistema de tratamento. A realização dessa obra foi necessária, tendo em vista acórdão do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado em ação movida por dois contribuintes ao tempo da administração que nos antecedeu. Obra que custou mais de três milhões de cruzeiros aos cofres municipais.

Galeria de águas pluviais também foram construídas, para solução de graves problemas urbanos, podendo-se falar das diversas ruas do bairro São João, Conjunto Habitacional da Cecap, Avenida da Saudade, Rua Justino de Castro, Rua Duque de Caxias, Rua Pedro Dutra, Rua Napoleão Sasso, Rua Fernando Musa e Jardim Eldorado (linha dupla com tubos de 0,80). Para se ter idéia do custo dessas galerias, basta dizer que cada tubo de 0,80 custa atualmente ao redor de cinco mil cruzeiros.

Importantes melhoramentos foram conquistados para nossa cidade, Lagoa Branca e Venda Branca, principalmente com recursos dos governos estadual e federal. Algumas obras foram concluídas e outras ainda estão em andamento, dentre as quais podemos mencionar a Estação Rodoviária, Ginásio de Esportes, Centro Comunitário, Serviço de Água nas casas populares e escola de Venda Branca e o novo pátio da Municipalidade. A nossa Administração procurou estar presente em todos os setores públicos, atuando nas áreas de saneamento básico, educação, saúde, iluminação pública, transporte de alunos, pavimentação, urbanização, cultura, lazer, esportes, merenda escolar, assistência social, renovação e manutenção da frota municipal, aquisição de equipamentos, festividades tradicionais, eventos cívicos e tantos outros, jamais se omitindo da defesa dos mais legítimos interesses de Casa Branca, orgulhosamente classificada pela revista “Dirigente Municipal” no honroso 54º lugar entre os 500 municípios brasileiros que mais se desenvolveram durante o ano de 1982. (Em 2013 Casa Branca ocupa o 358º lugar no território nacional e 161º lugar no território estadual pelo índice FIRJAN)

entre os 500

Os dados estatísticos e os números constantes da presente prestação de contas jamais poderão ser contestadas porque expressam a verdade, encontrando-se arquivadas na Divisão de Finanças da Municipalidade.

Existiu sempre, ao longo de seis anos, a permanente preocupação de tentar resolver os principais problemas da cidade e julgamos existir  um saldo positivo no trabalho desenvolvido com a ajuda dos casa-branqueses.

A seguir mostraremos parte do trabalho realizado.

Casa Branca, Março de 1983  – Carmo Aga

 

Casa Branca – Estado – União

Durante 6 anos da nossa administração, foi perfeito o entrosamento do município com as autoridades estaduais e federais, visando a conquista de auxílios financeiros ou a realizações de obras de importância para a comunidade casa-branquense. Desenvolvemos uma luta permanente na obtenção de maiores recursos e no atendimento de diversas reivindicações. Grande parte desse trabalho apresentou resultados positivos; mais não foi possível porque, além de Casa Branca , existem mais 571 municípios em nosso Estado reclamando também a presença do Governo através da execução de obras, rodovias ou dinheiro a fundo perdido.

Acervo Marco César Aga

Prefeito Carmo Aga com sua equipe e o  Governador Paulo Maluf – Acervo Marco César Aga

 

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Acervo Marco César Aga

Prefeito Carmo Aga com o Governador Paulo Egydio Martins e o Presidente  João Baptista Figueiredo – Acervo Marco César Aga

Durante o ano de 1981, recebemos do Governo Paulo Maluf a fundo perdido auxílio no total de CR$ 8.093,233,00. Em 1982, durante o governo de José Maria Marin recebemos CR$ 24.351.509,00 e do Governo Federal auxílios no valor de CR$ 6.000.000,00. No ano passado, uma média de CR$ 2.500.000,00 por mês, como ajuda às finanças municipais.

prefeito Carmo Aga, governador José Maria Marin e Marco Antonio Aga - Acervo Marco César Aga

Prefeito Carmo Aga, governador José Maria Marin e Marco Antonio Aga – Acervo Marco César Aga

Durante 6 anos, a construção de diversas obras, pelo Governo do Estado, entre quais podemos mencionar o prédio da Delegacia Agrícola;  a praça rotatória na saída para Aguaí e Palmeiras; o prédio do Banespa; a construção de pontes; a Quadra Coberta; o Monumento aos Heróis de 32; o  início do Centro Comunitário; o asfalto de Lagoa Branca; o recapeamento da Avenida José Beni; a reforma do Museu”Visconde de Taunay”; reformas no Centro de Reabilitação e Centro de Saúde; construção do prédio da Biblioteca; recapeamento das rodovias Casa Branca-Aguaí e Casa Branca-Mococa; a manutenção do Comando da Polícia Rodoviária em nossa cidade; doação de veículos usados ao Lar Esperança, Assistência Social, Prefeitura Municipal, Asilo de Inválidos e Grupo Socorrista ¨Fabiano de Cristo¨; auxílios da ARE e Patrulha Rodoviária para a conservação de estradas municipais; limpeza e retificação dos córregos Espraiado e Frutuoso;  elaboração de projeto completo para a conclusão dessa canalização; manutenção dos programas Plimec, Pró-nutri e Pró-idoso, doação de materiais para escolas estaduais e municipais; instalação da agência local da Caixa Econômica Federal, cujo trabalho inicial foi desenvolvido pelo ex-prefeito Ary Marcondes do Amaral e outros importantes melhoramentos concedidos a Casa Branca pelo Governo do Estado de São Paulo.

verba 35 pontes

As citações referidas acima representaram investimentos acima de 318 milhões de Cruzeiros somente nos últimos 4 anos do Governo do Estado, que concedeu em auxílios ou subvenções, às entidades assistenciais e hospitalares  de Casa Branca.

Além dessa atuação do Estado de São Paulo em Casa Branca , através das suas diversas Secretarias, foram concedidas à Prefeitura pelo Banespa e Caixa Econômica Federal, financiamentos no valor total de CR$ 26.813.736,00 para amortização em 3 ou 10 anos e destinados a obras de infraestrutura ou aquisição de veículos e equipamentos.

Houve ainda o financiamento para a construção das casas do ¨Nosso Teto¨no Bairro São João e Venda Branca no valor de 24.480UPCs.

Reforma Administrativa

Logo ao início da nossa administração, com o concurso de técnicos do CEPAM (Fundação Prefeito Faria Lima) promovemos a reforma administrativa com a competente legislação aprovada pela Câmara Municipal. Da mesma forma. também com apoio dos Vereadores, foi aprovado o Código Tributário Municipal, nos moldes propostos pela Secretaria de Economia e Finanças do Ministério da Fazenda, tratando-se de código padrão a todos os municípios que passaram a integrar o Projeto CIATA e cujos trabalhos passaram a ser efetuados pelo SERPRO  (Serviço Federal de Processamento de Dados).

Houve também, como consequência desse convênio o recadastramento imobiliário, atualizando-se os valores de todos os imóveis (prédios e terrenos) existentes em Casa Branca.

 

Quadra Coberta, Centro Comunitário e Estação Rodoviária

Sobre a construção dessas três obras é necessário algum esclarecimento à opinião pública casa-branquense, principalmente a uma maioria que só sabe criticar sem conhecer a fundo os problemas e principalmente a origem dos recursos.

A Quadra Coberta foi iniciada na administração anterior à nossa com um auxílio de CR$ 300.000,00 , ainda no Governo de Paulo Egydio Martins, sendo o Secretário de Esportes e Turismo o Deputado Ruy Silva.

quadra coberta

Quando assumimos o cargo de prefeito, existiam outras prioridades, notadamente os serviços de água e esgoto por fazer, razão porque elegemos os setor de Saneamento Básico como principal objetivo a ser alcançado. Dessa forma, somente quando o Estado concedia algum auxílio é que as obras da Quadra Coberta eram reiniciadas, as quais se encontram na última etapa. Recebemos auxílio também do Secretário Ruy Silva e de seus sucessores Francisco Rossi e Abdo Antonio Hadade, que possibilitaram erguer a Quadra Coberta, fechá-la, construir arquibancadas, vestiários femininos  e masculinos. Para seu término, resta apenas o piso final e sua iluminação.

quadra coberta

O Centro Comunitário, projetado para 900 metros de área construída, mediante convênio com a Secretaria da Promoção Social, recebeu 1 milhão e 300 mil cruzeiros no prazo de três anos, cujos recursos foram suficientes apenas para fundações e alicerces e mais a estrutura metálica para a cobertura. A Prefeitura, também em razão de outras prioridades, não teve sobra de dinheiro em caixa para dar prosseguimento às obras.

Rossi

Quanto à Estação Rodoviária, que pretendíamos entregar ao uso dos casa-branqueses antes do término do nosso mandado, encontra-se praticamente concluída quanto ao prédio em si. Para a sua construção, houve financiamento de 4 milhões de cruzeiros junto a Caixa Econômica do Estado, para ser amortizada no prazo de 10 anos. Recebemos, como auxílio, 3 milhões de cruzeiros do Ministério do Transportes e 5 milhões de cruzeiros do DER, além de investir na obra também recursos municipais.

O auxílio do DER somente foi entregue no dia 20 de dezembro de 1982, sem tempo útil para terminar as obras, que também foram prejudicadas pelas incessante chuvas, Entretanto, o principal já esta feito. As ruas laterais serão urbanizados com guias e sarjetas, já adquiridas e pagas, da mesma forma que os paralelepípedos para seu calçamento foram comprados e pagos. As galerias que necessitavam ser construídas já foram durante a nossa administração.

Para atual administração restará executar a pavimentação da avenida que foi aberta, de acesso à Rodoviária, mas para tais despesas existe verba de 5 milhões de cruzeiros no orçamento deste ano.

A Estação Rodoviária, além de necessária ao povo casa-branquense, e cuja localização implicara na retirada dos ônibus das ruas centrais da cidade, é uma obra com retorno de investimento assegurado aos cofres municipais para pagar as prestações mensais à Caixa Econômica.

Levantamento recente apresentou uma média diária de 600 passageiros que embarcaram em Casa Branca; cada um pagando uma taxa de embarque de vinte cruzeiros dará uma arrecadação diária de 12 mil cruzeiros que garantirá 360 mil cruzeiros por mês. Isso sem falar na renda que a Prefeitura receberá com o aluguel dos boxes, além do bar e restaurante. Quer dizer que a Estação Rodoviária, funcionando, proporcionará uma arrecadação mensal mínima de 400 mil cruzeiros aos cofres municipais, suficiente para pagar a Caixa Econômica.

Outra vantagem é que o prédio onde funcionava a antiga Rodoviária poderá ser aproveitado para instalações dos serviços que funcionam defronte a Câmara Municipal, cujo aluguel deixara de ser pago, representando mais uma economia aos cofres municipais.

O que se deve levar em conta é que essas obras foram iniciadas  e deverão ser concluídas, a curto ou médio prazo.

Para a construção de obras públicas apenas a boa vontade não é suficiente. E críticas só atrapalham.

Água – Esgoto- Galerias

Assunto sempre preocupante para qualquer administração responsável é o que se relaciona com os problemas de abastecimento de água pluviais, porque estão diretamente relacionados com a saúde do povo.

Durante seis anos de administração, o que mais fizemos em Casa Branca foi cuidar desse angustiante problema, com investimentos da ordem de Cr$ 74.601.034,92 somente nesse setor. E podemos afirmar que ainda restam obras complementares que não puderam ser executadas porque faltaram recursos financeiros, nas quais deverão ser realizadas pelas futuras administrações.

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Também nessa importante área do município não se pode contar com outros recursos a não ser com receitas próprias porque a legislação assim não o permite. Quando o Governo Federal instituiu a PLANASA (Plano Nacional de Saneamento) nenhuma alternativa restou ao município. Entregar os serviços à Sabesp ou executar as obras por conta própria, porque não existe auxílio e nem financiamento para resolver tais problemas.

O total de dinheiro investido em serviços de água e esgoto corresponde quase à arrecadação total da Prefeitura nos anos de 77, 78, 79 e 80 e se trata exclusivamente de dinheiro do povo casa-branquense.

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Além da cidade, que teve o seu sistema de abastecimento normalizado, os locais mais beneficiados foram o bairro São João, Jardim América, Macaúba, Jardim Europa, Coesa, Cecap, Nosso Teto, Jardim do Horto, Parque São Paulo, Vila São Bernardo, Vila Santa Cecília, Vila Diniz, Senhor Menino, Bairro do Desterro e Vila Santa Maria.

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A Estação de Tratamento passou por reforma e ampliação e nela oi instalado sistema dos mais modernos para tratamento da água servida à população.  Ainda recentemente, através do D.A.E.(Departamento de Assistência ao Escolar) a Prefeitura recebeu a primeira parte dos equipamentos destinados à fluoretação da água, pretendo-se com isso melhorar ainda mais a qualidade do precioso líquido.

nova adutora

Da mesma forma  munícipes de Lagoa Branca e Venda Branca mereceram especial atenção nesse setor, porque ali a Prefeitura tratou da construção de poços semi-artesianos para melhorar o abastecimentos de água, sendo certo que em Venda Branca os serviços já foram concluídos e em Lagoa Branca encontra-se ainda em andamento.

Abranca

No setor de construção de redes de esgotos, à prefeitura conseguiu resolver antigos problemas, porém outros bairros ainda estão a reclamar esse importante melhoramento público. Trata-se de serviços que exigem investimentos elevados e nem sempre existem recursos disponíveis.

Durante a nossa administração foi possível atender aos moradores da Cecap , do Nosso Teto, da Vila Diniz, do Jardim América, do Jardim Alvorada e deixamos em andamento as obras da Vila Industrial.

O esgoto da Vila Industrial merece um capítulo à parte tendo em vista a ação judicial movida contra a municipalidade, ainda no tempo do nosso antecessor, por dois contribuintes, e que provocou a condenação da Prefeitura, que se viu proibida de fazer qualquer nova ligação no antigo emissário que servia às casa da Vila Industrial.

Graças ao auxílio conseguido junto ao Governo do Estado, engenheiros do DAEE, regional de Ribeirão Preto, elaboraram projeto para solução do problema e Casa Branca possui atualmente um sistema de tratamento de esgoto mediante a construção de duas lagoas (anaeróbias e facultativa) nas proximidades do Campo de Aviação.

lagoas

As lagoas estão em pleno funcionamento e todas as manilhas necessárias à construção das redes de esgotos nas ruas restantes da Vila Industrial já foram adquiridas ao custo total de 1 milhão e 300 mil cruzeiros, material esse que se encontra depositado no novo pátio da Municipalidade.

Apoio a Lagoa Branca

O distrito de Lagoa Branca sempre mereceu especial atenção na Administração Carmo Aga e mais não foi realizado para atender as lagoenses exclusivamente pela dificuldade de sempre que foi a falta de recursos financeiros. Mas, em seis anos, diversos melhoramentos puderam ser executados, aqui estando relacionados os principais:

caixa lagoa

1- Pavimentação asfáltica do acesso à SP-340 até defronte a estação Fepasa;

2- Construção de reservatório elevado de 120 mil litros;

3- Construção do P.A.S. para atendimento médico à população;

pas lagoa

4- Instalação de Parque infantil na Praça da República;

5- Reforma e ampliação da EEPG “Lauro de Araujo”;

6- instalação de bibliotecas e de gabinete dentário para os escolares e contratação de dentista;

7- Perfuração de um poço semi-artesiano, cujas obras ainda estão em andamento;

8- Aquisição de poço pertencente aos Laticínios Argênzio para reforçar o abastecimento de água.

9- Contratação de firma especializada em limpeza de fossas;

10- Colocação de novas e modernas luminárias (70) doadas pela Secretaria do Interior;

11- Elaboração completa de projeto realizado pelo DAEE de Ribeirão Preto para construção da rede de esgotos do distrito;

12- Conservação das estradas municipais que servem Lagoa Branca;

13- Instalação de telefones pela Telesp, que custou Cr$ 2.664.000,00 e veio resolver antigo problema dos moradores locais;

14- Aquisição de ônibus para transporte dos alunos residentes em Lagoa Branca;

15- Qualificação de eleitores na última Campanha eleitoral.

canteiros

Menção Especial

Com inteira justiça, devemos destacar o incansável trabalho que sempre foi desenvolvido pelo Vereador José Carlos de Araujo, legítimo representante dos seus amigos de Lagoa Branca e defensor intransigente das justas aspirações da sua comunidade.

Por outro lado, não podemos deixar de registrar a inestimável colaboração que sempre nos foi dada pelo dedicado Sub-prefeito Oswaldo Rabello e os funcionários municipais que trabalham e residem em Lagoa Branca, além dos moradores do Distrito que sempre foram amigos leais e defenderam a nossa administração.

Justamente por isso, durante seis anos, tentamos resgatar uma dívida de gratidão junto ao povo bom e amigo de Lagoa Branca.

 

Por hoje é só pessoal!  Nas próximas postagem continuarei mostrando como foi essa magnífica gestão.

Abraços,

Maria Clara

 

 

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Homenagem ao Tenê de Casa Branca – Última Parte

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

E continuando a Homenagem ao Tenê, na década de 70, ele ganhou vários troféus para o Clube ACCPE, organizando blocos e fantasias para os desfiles de Carnaval como o Bloco Debret 1971.

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Apresentou muitos Bailes de Debutantes nos anos 70, ele sempre com sua elegância, sutileza e tato social, era um “gentleman”.

 

Foto de Rosana Aga

Foto de Rosana Aga

 

Foto de Rosana Aga

Foto de Rosana Aga

 

Era ele “Tenê”,  quem decorava o Salão da ACCPE para os bailes de Carnaval, conforme ele conta no texto abaixo:

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira – Foto Jornal de Casa Branca – Cedido por Rosana Aga

 

Participava ativamente nos ornamentos das ruas da cidade, durante as festas de Corpus Christi.

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira – Cedida por Ana Maria Basano

 

“Viagem”, um dos primeiros livros de Ganymédes José, foi inteiramente ilustrado com motivos vitorianos, crianças e flores, na diagramação de Tenê.

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

O livro “Era Uma Vez Casa Branca” de Ganymédes José também todo com ilustrações do Tenê.

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

A capa do livro “Classe Média” de Ganymédes José, foi feita pelo Tenê, assim como outros que tiveram a sua participação, sua criatividade era muito dinâmica.

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

O livro “Vamos Fazer Teatro” de Ganymédes José foi dedicado ao seu irmão “Tenê de Casa Branca.

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Seu  aluno e grande amigo Luiz  Fernando Brito relata: “Tenê adorava tudo o que se referia a artes e era reconhecido na região como adepto de atividades culturais. Quando a  atriz Cleide Yaconis e o ator Adriano Reis estiveram hospedados em sua casa em Casa Branca,  por quinze dias para ensaiar a peça teatral “Greta Garbo quem diria acabou no Irajá”, Tenê também colaborou com a montagem do cenário da peça. Por sugestão da atriz Cleyde Yaconis que se tornaram muito amigos passou a assinar seus trabalhos como “Tenê de Casa Branca”, devido ao fato de sempre falar de sua terra natal.  No final de 1977 Tenê muda para São Paulo junto com amigos e a convite de uma empresa de papel crepom começou a desenvolver ainda mais sua criatividade e também inicia seus trabalhos  de escritor para crianças e adolescentes.”

Em 1979,  na “Mostra Del Libro –  16a. Feira Del Libro per Ragazzi”,  em Bolonha, na Itália,  seus livros da série “Um, Dois, Feijão com Arroz”, da Editora Ática (O Presente, A Galinha, A Flor, O Time, A Fantasia, A Dinha, A Estrela, A Peteca, O Conjunto), representaram o Brasil, ao lado de escritores consagrados como José Mauro de Vasconcelos, Maria José Depré, Caribé, Inácio de Loyola Brandão, entre outros.

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Leganro Filho

Acervo Adolpho Leganro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Queria postar todas as capas desta coleção, mas ficou faltando A Galinha e O Conjunto.

 

Participou da montagem do livro Dom Chicote e Mula Manca de autoria de Oscar Von Pfuhl, Editora Edart – Ano 1982.

Foto Estante Virtual

Imagem Maria Clara Lira

 

Na década de 80, Tenê mantinha um quadro na extinta Revista Feminina, Programa da TV Bandeirantes, onde ensinava trabalhos manuais para mães e filhos executarem juntos.

Em 1981, através da Editora Melhoramentos, lançou a série” Fio a Fio”, com quatro livros: Fazendo Cartões, Retratos de Família, As Cores do Arco Iris e A Noite das Bonecas, todos voltados às crianças da pré-escola e dos primeiros anos do primeiro grau. ( Adolpho este livros pelo que pesquisei são do Ganymédes confirma pra mim por favor)

Atuou também como colaborador das revistas Faça Fácil, Máxima, Cláudia, Cláudia Nossos filhos, Casa e Jardim, Casa e Decoração, Suplemento Feminino do Jornal O Estado de São Paulo (aonde chegou a ganhar prêmios). Participou também da “A Folhinha” Suplemento Infantil do Jornal a Folha de São Paulo, conforme texto: A Folhinha também lançou grandes autores. Eva Furnari publicou ali suas primeiras tirinhas ali. Como colaboradores pudemos acompanhar o trabalho de Regina Melillo de Souza, Edson Gabriel Garcia, Ganymedes José, Edson Kosminsky, Tenê de Casa Branca, Léa Corrêa Pinto, Maria Julieta S. Ormastroni, Eunice Veiga, Angelo Zioni, entre tantos outros. Ilustrações de Moacir Torres, Carlos Avalone, Eduardo Luís (hq OS BATUTAS), Robson Barreto (hq FININHO), Kimura.

Um Jornal a Serviço da Criança/ Tenê – Papai Noel

Folhinha de São Paulo Nº 902 14-12-1980

Presente especial, ensinamos com a ajuda de Tenê de Casa Branca a fazer estes Papais Noel que vão enfeitar nossa casa – e mais historinhas : O Misterio do Lápis amarelo: Edson Gabriel Garcia – Um Grande Amigo: Ilse Ellen – Presente de Natal: Elza Kyrillos e mais passatempos e quadrinhos do Horácio e Fininho.

Este é um site da Fundação Padre Anchieta, onde Tenê dá uma aula de trabalho artesanal, no Programa Panorama da Tv Cultura, é uma pena não conseguirmos ver o vídeo:

artesanato-ent.com o artista tene da casa branca a respeito de seu … cmais.com.br/cedoc/acervo/Videos_K702843_0_09_02.html K702843(0:09:02). DURACAO. 00:06:45. DATA. 03/04/1982. CROMIA. COLORIDO. SOM1. SONORO. LOCAL. SAO PAULO(SP). FONTE. FUND.PADRE … 1

ARTESANATO-ENT.COM O ARTISTA TENE DA CASA BRANCA A RESPEITO DE SEU TRABALHO ARTESANAL PARA EPOCA…
cmais.com.br

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

As fotos abaixo são do livro do Ganymédes José que foi um dos motivos da briga entre os dois,  o Ganymédes queria uma ilustração mais vitoriana e o Tenê algo mais contemporâneo; e saiu o contemporâneo.

 

Acervo de Adolpho Legnaro Filho

Acervo de Adolpho Legnaro Filho

 

Em 2008, ano em que ele faleceu ele refez as ilustrações como o irmão queria. Como se redimindo,  fazendo as pazes com o irmão e também com Casa Branca, foi uma pena, pois ele não conseguiu fazer em vida, mas a paz esta estabelecida, pois a intenção foi cumprida.

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho – Cedido por Maria Teresa Pereira

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho – Cedido por Maria Teresa Pereira

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho – Cedido por Maria Teresa Pereira

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho  – Cedido por Maria Teresa Pereira

 

Estas páginas nunca foram publicadas e poucas pessoas tem conhecimento delas. Foi um entendimento entre ele e a D. Ida Saran (na época Diretora do Departamento de Educação e Cultura de Casa Branca) que estava fazendo essa intermediação. Seria lançado no ano seguinte, mas Deus quis que não, e o projeto ficou engavetado.

Seu último livro “ Teatro Para Quem Nunca Fez Teatro” a arte do teatro para adolescentes, começou a escrever em Barcelona onde às vezes se refugiava. Seu próximo livro seria na mesma linha de trabalho, mas sobre “Moda”, retratando o trabalho de grandes figurinistas, ele estava muito empolgado com este trabalho, pois depois de alguns anos voltava a escrever.

 

Imagem Estante Virtual

Imagem Maria Clara Lira

 

Era totalmente  desapegado ao mundo material, visto que todos os direitos autorais dos livros do seu irmão Ganymédes  ele doou às Editoras para não se acabar, para não cair no esquecimento, pois ele acreditava que assim haveria interesse das mesmas em continuar editando os livros de Ganymédes.

Faleceu em São Paulo no dia 06/06/2008, deixando amigos saudosos, seu legado e suas obras.

Obras somente de sua autoria:

 

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Teatro para quem nunca fez teatro – Infanto/Juvenil – Tenê de Casa Branca – Editora Edart – 1982.

 

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Criança Cola e Papel – Artesanato – Tenê de Casa Branca – Editora Nobel – 1988.

 

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Faça a Festa Infantil – Artesanato – Tenê de Casa Branca  – Editora Nobel –  1988.

 

 

Imagem Maria Clar

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Natal com Feltro – Artesanato – Tenê de Casa Branca – Editora Nobel – 1988.

 

Obras com Parcerias:

Imagem Maria Clara Lira

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É Natal –  Autor: Ganymedes Jose / Teresa Noronha / Tenê de Casa Branca / Luiz Puntel – Editora: Dom Bosco – Ano 1980.

 

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Imagem Maria Clara Lira

Tantos Retratos – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Imagem Estante Virtual

Imagem Maria Clara Lira

Entra e Sai – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986

 

Imagem Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

Se Eu Fosse – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Imagem Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

O Chapéu Sem Cabeça – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Imagem Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

A pipa– Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Imagem Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

Presentes – – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Imagem Maria Clara Lira

Imagem Maria Clara Lira

Trecos e cacarecos – Cristina Porto/Tenê de Casa Branca – Editoda FTD – 1986.

 

Livros que não consegui fotos da capa.

Onde Estará?  – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

Para Onde Vai – – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

Onde Já Se Viu? – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

Abrindo a Janela – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

Vassoura Varredeira – Cristina Porto/Tenê da Casa Branca – Editora FTD – 1986.

 

Esta é uma pequena homenagem, para um dos maiores colaboradores da Cultura Casa-Branquense. Sua integridade, inteligência, ousadia e afetividade sempre foi demonstrada com todos e com sua terra natal. Uma humildade sem tamanho, que apesar dos pesares nunca negou a terra em que nasceu.

Fonte de pesquisa:  Maria Teresa Pereira, Luiz Fernando Brito, Adolpho Legnaro Filho,

 

Termino com :  O PRESENTE DE NATAL

Ele abraçou o pacotão feito com papel colorido e enfeitado de fita cheirosa.

Desceu a rua com seus passinhos curtos arrastando o chinelo surrado e foi enfeitando o caminho com seu sorriso de criança contente.

Entrou em casa gritando pela mãe e sacudindo o pacote pelos ares. A mãe veio ver. Os irmãos também.

Abriu a caixa. Tinha ganho um jogo do padrinho. Um jogo colorido, cheio de desenhos bonitos, com dados, fichas e bolinhas.

Sentiu-se senhor importante, dono de um brinquedo. E poderia convidar os amigos para jogar. E convidou mesmo, mas fez um por um lavar as mãos e enxugarem direitinho, antes.

O Natal passou. E lá foi ele capinar junto com o pai. De vez em quando no suor da tarde, vinha-lhe a ideia do brinquedo e os suores do cansaço eram esquecidos.

Nas noites gostosas de dezembro ficava jogando, até quando o sono vinha pedir ordem para chegar.

Jogou por muito tempo e nem percebia que o brinquedo ficava velho, os desenhos perdiam as cores e o encantamento, e o cheiro da novidade não existia mais. Mesmo assim era o importante dono do brinquedo que divertia as crianças da vizinhança.

Uma tarde, chegou o corpo pedindo banho e teve o rosto banhado de lágrimas. Viu o irmão ( o menor de todos) rasgando seu precioso brinquedo lá no fundo do quintal. Berrou, bateu os pés, e a mãe no desespero de não saber para que lado acudir, quase lhe jogou o tacho de sabão na cabeça.

Nesse dia foi o mais infeliz dos meninos. Deitou cedo e as últimas lágrimas molharam seu travesseiro.

Isso faz um tempão que aconteceu. Não sei se ele já esqueceu de tudo. Acho que não.

Mas seja lá como for, tomara que nesse Natal ganhe novamente um brinquedo , porque quando a gente é criança, é muito importante ter um brinquedo. E mais importante ainda é ser feliz.

( Tenê de Casa Branca ) 

 

Um grande abraço,

Maria Clara

 

Quero agradecer Maria Luiza Stefanini, Ana Maria Basano, Rosana Aga e Adolpho Legnaro por cederem fotos de seus arquivos particulares para fazerem parte e enriquecer essa matéria.
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Homenagem ao Tenê de Casa Branca – 1ª Parte

Acervo de Adolpho Legnaro Filho

Acervo de Adolpho Legnaro Filho – Cedida por Maria Teresa Pereira

Esta foto ficava no apartamento do Tenê,  segundo Maria Teresa Pereira era a foto que ele mais gostava.

Em 27/09/1945 nascia em Casa Branca, Clistenes Antônio Santos de Oliveira, o nosso querido “Tenê”. Filho de João de Oliveira e Rita Conceição Santos Oliveira. Seu irmão Ganymédes José ficou tão feliz com sua chegada,  que fez questão de ser seu padrinho de batismo.

 

Ganymédes e Tenê - Acervo Maria Clara Lira

Ganymédes e Tenê – Acervo Maria Clara Lira

 

Batismo este que aconteceu no dia 06/10/1945,  na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, sua madrinha foi Alzira Venturini, a “Dinha” por quem eles sempre tiveram um enorme carinho.

 

Foto do Acervo de Maria Clara Lira

Sr João Oliveira – Acervo de Maria Clara Lira

Foto do Acervo de Maria Clara Lira

Rita Conceição Santos Oliveira – Acervo de Maria Clara Lira

 

Foto do Acervo de Maria Clara Lira

Alzira Ventirini , “Dinha” – Acervo de Maria Clara Lira

 

Acervo de Maria Clara Lira

Acervo de Maria Clara Lira

 

Tenê - Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Dono de uma personalidade alegre e irreverente, agitado e muito inteligente, Tenê (era assim que gostava de ser chamado) era dotado de várias habilidades todas ligado às artes.

 

Tenê - Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Tenê - Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Formou-se no curso Ginasial, em 19/12/1960, onde fez opção por cursar os cursos Normal e Clássico, junto ao Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho. Formou-se em História e Filosofia,  e também em Direito na Fundação de Ensino Otávio Bastos, de São João da Boa Vista.

 

Folha da Jabuticaba

Ganymédes e Tenê – Folha da Jabuticaba

Trabalhou no cartório dos pais, no  Fórum Ministro Costa Manso e também lecionou na Escola de Comércio, Escola Industrial e no Instituto.

 

Acervo Maria Luíza Stefanini

Foto de Maria Luíza Stefanini

Escola Industrial – Ida Genari, Jairo, Márcia,  Tenê, Maria Luíza, Toscano, Neife e Sr. Vicente.

 

Acervo Maria Luíza Stefanini

Foto de Maria Luíza Stefanini

Escola Industrial – Alunos, Tenê, Márcia, José Pellegrini, X Ida Genari, Assyr, Maria Luíza e Jairo.

Tinha um gênio irrequieto e inovador. Sempre moderno,  captava a simpatia dos alunos, com pensamentos e ensinamentos sempre de vanguarda. Em tudo que trabalhou, sempre o fez com muito mérito e seriedade.

Em 1968, participou ativamente do “I Festival Casa-branquense de Música Popular”,  evento que movimentou todos os jovens compositores da cidade e região, juntamente com o criador do Festival, Sargento Moacyr de Aguiar, tendo participado ao lado de seu irmão, Ganymédes José.

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Este é  o cartaz do XI Festival de Música Popular de Casa Branca feito pelo Tenê, inspirado no Toulouse – Lautrec,  o segundo é o original do autor.

Acervo Adolpho Leganro Filho

Acervo Adolpho Leganro Filho

 

Acervo Adolpho Legnaro Filho

Acervo Adolpho Legnaro Filho

 

Durante o tempo que morou em Casa Branca, participou e coordenou vários eventos, como Baile das Debutantes, Desfile de Misses, Baile de Carnaval, Decoração de salões e Teatros.

Adorava um baile e era um excelente dançarino, sua mãe e suas amigas sempre disputavam de quem seria a próxima dança.

Tenê e sua mãe Foto do Acervo de Maria Clara Lira

Foto do Acervo de Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Em 1969, participou do Programa Silvio Santos, no Cidade X Cidade (Casa Branca X Rancharia). Um “mega evento” com a maravilhosa produção dos irmãos Ganymédes e Tenê. A maioria dos estudantes, professores e moradores da época participaram,  eles escolheram todos figurinos e ensaiaram todos. Apresentaram um espetáculo belíssimo contando história de Casa Branca do início da formação do vilarejo,  toda trajetória da cidade e terminando com um número Circense.

Carrara, Colorido e

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

Este vestido e todos os outros longos usados neste evento, foram  estilizado pelo Tenê e confeccionados por Da. Laura Barbosa.

 

Acervo Maria Clara LIra

Acervo Maria Clara Lira

 

Acervo Maria Clara Lira

Acervo Maria Clara Lira

Encerramento com Tenê vestido de Pierrot, foi maravilhoso!!!

 

Fonte de pesquisa:  Maria Teresa Pereira, Luiz Fernando Brito, Adolpho Legnaro Filho e Folha da Jabuticaba.

Termino aqui a primeira parte desta homenagem,  onde vocês puderam conhecer um pouquinho dessa pessoa maravilhosa que era o “Tenê de Casa Branca”.

Um grande abraço.

Maria Clara Lira

 

Quero agradecer Maria Luiza Stefanini e Adolpho Legnaro por cederem fotos de seus arquivos particulares para fazerem parte e enriquecer essa matéria. Todas as fotos do Tenê que fazem parte do meu acervo foram cedidas por Luiz Fernando Brito, na ocasião de seu falecimento.
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FELIZ ANO NOVO!!!

Ano Novo 1

 

Este ano quero paz

No meu coração

Quem quiser ter um amigo

Que me dê à mão

O tempo passa e com ele

Caminhamos todos juntos

Sem parar

Nossos passos pelo chão

Vão ficar

Marcas do que se foi

Sonhos que vamos ter

Como todo dia nasce

Novo em cada amanhecer

 

Música: Marcas do que se foi – Dom & Ravel

 

Que 2016 possamos continuar viajando juntos,  relembrando pessoas e momentos que já vivemos.

Abração a todos.

Maria Clara

 

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FELIZ NATAL!

natal p

Neste Natal o meu maior desejo é que os nossos corações estejam plenos de esperança e que as nossas almas nos movam sempre em direção ao bem comum.

Que o amor nos ilumine e que cada gesto, cada uma das nossas palavras tenham o dom de nos trazer paz e felicidade.

Que o Natal nos inspire na busca da harmonia e da paz. Que este espírito prevaleça sobre o mal e nos ajude a promover a concordância e a aceitação entre todos os seres humanos.

Desejo a todos um Natal muito feliz, e sei que este meu desejo, esta minha proposta, será muito bem acolhida pelo generoso coração de todos vocês.

Um forte abraço a todos.

Maria Clara

 

 

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Fotos Memoráveis de Chiquinho Fernandes – Última Parte

Agora vamos para as últimas fotos de Chiquinho Fernandes:

1965 - Seu casamento

1965 – Seu casamento com Evelyn.

 

Quadra da Industrial

Quadra da Industrial

Dito Piccolo,  X. De pé: Zé Meu, Dental, Militão, Waltinho, Têto.

 

Desfile Escola Industrial

Desfile Escola Industrial

Diedão, Rosa Manrique, Ccé.

 

Fanfarra do Instituto em Poços de Caldas.

Fanfarra do Instituto em Poços de Caldas.

 

Fanfarra do Instituto.

Fanfarra do Instituto.

 

Fanfarra Instituto

Fanfarra Instituto

 

Reunião dos Casa-branquenses.

Reunião dos Casa-branquenses.

 

Marcianinho, Oliveira e Marcia Canela.

Marcianinho, Oliveira e Marcia Canela.

 

Excursão Alunos Instituto.

Excursão Alunos Instituto.

 

Batizado

Batizado

Batizado de seu filho – Padre, Tenente Moacir Aguiar, Chiquinho e Rosa Sasso.

 

Batizado

Batizado

Batizado de seu filho –  Evelyn, Tenente Moacir Aguiar, Chiquinho e Rosa Sasso.

 

Formatura – 1967

Formatura – 1967

Francisco Fernandes como Orador da Turma.

 

Professores de 1968

Professores de 1968

Instituto Curso Primário – Zenaide, Chiquinho, Amélia, Luzia, Araci, Marcia, Cidi, Maria José, Tamar, Brasileiro, Carrara.

 

Garçons de Casa Branca

Garçons de Casa Branca

Nefi, Piada, Dito Ventura, Jorge Nicola, Filinho Ventura, Kakolé.

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

Jantar do Rotary

Jantar do Rotary

 

1969 – Corintians 3x0 Casa Branca

1969 – Corintians 3×0 Casa Branca.

Chiquinho Fernandes, Eliseu e Perfeito.

 

Festival 1973

Festival 1973

Tuca (Silvestre Nicoliello), Toquinho e Chiquinho Fernandes.

 

Fórum de Casa Branca 21 de março 1974

Fórum de Casa Branca 21 de março 1974

Visita do Corregedor Geral da Justiça de São Paulo – Dr. Theophilo, x, Laércio Romano, X, Desembargador Márcio Martins Ferreira, X, X, X, X.

 

Festival 1974 - 1º lugar Manifesto

Festival 1974 – 1º lugar Manifesto.

João Gordo, Tadeu, Chiquinho, Tuca (Silvestre Nicoliello), Enio Ferriolli, Savinho Martinelli, Tadeu, Bastinho, Devanir.

 

Agosto 1975

Futebol – Agosto 1975

De pé: Mojica, Guará, Franja, Robertão, Pastor Edmond, Ezequiel, Laércio. Agachados: Zu, Chiquinho, Nardo, Assir e Daniel.

 

1975

No chafariz do Largo da Boa Morte – 1975

Odilon Costa Manso (desembargador e Consultor Geral da Republica), Queco (não é o Dr. Theopholi) Paulo Bonfim ( poeta) , Julio Bonfim Pontes (desembargador), Mário H. Dutra (Desembargador, foi Juiz em Casa Branca) Dorotheo Barbosa, Aristeu França.

 

Futebol 1975

Futebol 1975

Ninho,  Contin, Toinho, Mazinho Monteiro, Suly, Beto Goiabada, Pedrão Pimenta. Agachados:  Bilia, Queno, Dinho, Chico Zogbi, X.

 

Chiquinho Fernandes - Janeiro de 1977

Chiquinho Fernandes – Janeiro de 1977

 

Família Fernandes com a Cantora Vanusa.

Família Fernandes com a Cantora Vanusa.

 

1980 - Francisco Fernandes

1980 – Francisco Fernandes

 

 Janeiro 1980 – Creche

Janeiro 1980 – Creche

Chico Sandoval, Adeniro Fillipini, Geraldo e Chiquinho Fernandes.

 

Viagem a Foz do Iguaçu – 1983

Viagem a Foz do Iguaçu – 1983

 

Jantar Rotary - 16/07/83

Jantar Rotary – 16/07/83

 

– Inauguração da Casa Ceramica Sul Americana – 16/11/1984

Inauguração da Casa Cerâmica Sul Americana – 16/11/1984.

De pé: Vicente, X, Sergio Pistelli, Valter Perini, Giacon, Pateta, Marco Antonio Aga. Agachados: Dema, Chiquinho, Vô, Arnaldo Pereira, Sinval, Mandi.

 

Exposição de Orquídeas - 1988

Exposição de Orquídeas – 1988

Walter Avancini e Chiquinho

 

Francisco Fernandes - 1989

Francisco Fernandes – 1989

 

 Encontro de Atletas ACCP - 1991

Encontro de Atletas ACCP – 1991

De pé: X, Lance, X, X, X, Chiquinho, X, X.  Agachados: X, X, X, X, X, Tubaca.

 Encontro de Atletas ACCP - 1991

Encontro de Atletas ACCP – 1991

De pé: Neto, Jair, Diedão, Osny, Amauri, Nardo, Mogica.  Agachados: Fernandinho, Dito Bicho, Maritaca, Diede, Assyr.

 

Passagem de ano 1997/1998

Passagem de ano 1997/1998

Sergio, Paulo e Chiquinho.

 

Ano 2000

Ano 2000

Chiquinho, Molina e Testa.

 

Ano 2004

Ano 2004

Maurício Bacci e Chiquinho.

 

Ano 2005

Ano 2005

Zito Pernaida e Chiquinho.

 

Ano 2005

Ano 2005

Chiquinho e Fábio Della Corte.

 

Ano 2005

Ano 2005

Chiquinho e Maurício Bacci.

 

Ano 2006

Ano 2006

Márcio, Lenir Saran e Chiquinho.

 

Ano 2007

Ano 2006

Chiquinho, Molina e Zé Cajuru.

 

Ano 2008

Ano 2008

Diede Antonielli , Chiquinho Fernandes e Hermírio Oliveira.

 

Ano 2010

Ano 2010

De pé: Cristina, Adolpho, Belê, Duda Pinheiro, Chiquinho – Sentados: Testa e Mário Marcos.

 

Ano 2010

Ano 2010

Chiquinho e Da. Aninha Romano.

 

Ano 2014

Ano 2014

Chiquinho, Fernandinho Zanchetta e Odete Alves Zanchetta.

 

Ano 2014

Ano 2014

Plinio Romano, Fernandinho Zanchetta, Chiquinho, Testa e Zé Carlos de Oliveira.

 

Ano 2014

Ano 2014

Molina, Chiquinho e Testa.

 

Ano 2015

Ano 2015

Tuca (Silvestre Nicoliello) e Chiquinho Fernandes.

 

E aqui termino essa viagem pelas fotos do Chiquinho Fernandes, espero que todos vocês possam lembrar das pessoas e amigos do passado e como estão alguns agora no presente.

Se lembrarem nome das pessoas nas fotos podem me avisar através de um comentário no final do “Post” ou através de meu email “mclaralira@hotmail.com”.

Um grande abraço.

Maria Clara

 

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Fotos Memoráveis de Chiquinho Fernandes – 1ª Parte

Chiquinho Fernandes 2015

Chiquinho Fernandes 2015

Acho que muitos de vocês devem conhecer o Francisco Fernandes, mais conhecido como  “Chiquinho Fernandes”. Na visita que fiz em Casa Branca no mês de Setembro, em minhas andanças, passei pela Sapataria Primavera para fotografá-lo e ele me mostrou muitas fotos de várias épocas de sua vida, não tive dúvida e pedi para postá-las aqui, a memória dele esta ótima, pois se lembrou de muita gente, vai ser um maravilhoso resgate ao passado.

Chiquinho desde infância sempre teve uma queda para o Esporte e Música, mas também aproveitou muito sua infância e juventude em Casa Branca.

 

Instituo de Educação Dr. Francisco Thomáz de Carvalho

Instituto de Educação Dr. Francisco Thomáz de Carvalho

 

20 de Junho de 1940 – Reunião de Políticos

20 de Junho de 1940 – Reunião de Políticos

 

1944 – Banda Musical São José

1944 – Banda Musical São José.

Pedro Ferriolli ( Maestro ), C…. Alexandre, Percilio Colli, Joanico Vercelim, Gaudêncio Gindro, Alfredo Piccolo, Pilaste Zordan, Luiz Marsochi, Edisel Ferriolli, Enio Ferriolli, João, Pedroesperandini, Amilcar Percelino, Henriquetto, José Banana, Maurício.

 

 

1948 Campanha contra meningite.

Campanha contra meningite – 1948

 

Estação Mogiana e Rotunda - Casa Branca

Estação Mogiana e Rotunda – Casa Branca

 

Formatura Tiro de Guerra anos 40.

Formatura Tiro de Guerra anos 50.

 

Formatura

Formatura

 

Externato 1950 – Prof. Jorge Keberg

Externato 1950 – Prof. Jorge Keberg

 

1951

Futebol 1951

 

Formatura 1951

Formatura 1951

 

Formatura Tiro de Guerra 1951

Formatura Tiro de Guerra 1951

 

Desfile 7 de Setembro 1952

Desfile 7 de Setembro 1952

Nilza Dourador, Ivete, Marilíse, Orinelsa Borrelli.

 

Orfeão Instituto

Orfeão Instituto.

 

Escoteiros 1954

Escoteiros 1954

Luizão, Carlinhos Bastos, João Carlos Favoreto, Aloysio, Herbet, Luis Eugênio Fernandes, Otto, Charles, João de Carvalho Nogueira, Pitoco, Calhau, Sasso, Edinir Pessini, Gregorini, José Luiz Horta Macedo, Carlão Paiva, João Maurício Ratinho.

 

Encontro Infantil com Irmão Roberto e Padre Humberto

Encontro Infantil com Irmão Roberto e Padre Humberto.

 

Carnaval 1956

Carnaval 1956

 

1 5

O famoso jogo do Palmeiras em Casa Branca – Foto do palanque das autoridades e convidados no dia do jogo que aconteceu no dia 15/08/1956. 1 fila: Agalmo, X, Laércio Romano, X, Tunico Pretim / 2 fila: Dr. Aloysio, Levi Pinheiro (pai), X, Mazola, Moyses Villela, Mario Beni, José Beni , Mario Miller, X, X. / Fila 3: Valdir, Marcão, Jacaré, Renatinho, Saram, Chico Sampaio, Cassio, Antonio Romano e Sergio Romano, Conrado Colli, Nestal.

 

Jogos Colegiais 1957

Jogos Colegiais 1957

De pé: Cal Cambiaghi, Carlão Marson, Joaquim Cajuru, Testa,  Ary Quirino,  Vandico, Agachados: Bertinho, Marcão, José Villela e Walter Vicioni.

 

Futebol 1957

Futebol 1957

De pé: Fernandinho Zanchetta, Toinho, Durval, Pérsio, Nego, Pampa, Valdir – Agachados: Renato Contim, Chiquinho Sampaio, José Osvaldo, Dego, Lourenço.

 

1958

1958 – Jardim em  São José do Rio Pardo.

Eder, Carlão Bittencourt e Ozires.

 

Veterenos do Congonhas P. C. (Mato Seco) 1958

Veterenos do Congonhas P. C. (Mato Seco) 1958

De pé: Chico Camargo, Antonio Lopes, Osny Paiva, Nelson, Walter Tonelli, Waldomiro. Agachados: Dr. Alarico, Mingo Sasso, Dr. Pinheiro, Walter Monteiro, Mauro Carvalho.

 

Futebol Veteranos

Futebol Veteranos

De pé: Dr. Militão, A. Rosseto, Tomás Piccolo, Valdo, Alarico, Chicão e X. Agachados: Paulo Dourador, Cataleta, Rinto Dourador.

 

Semana Euclidiana em São José do Rio Pardo – 1958

Semana Euclidiana em São José do Rio Pardo – 1958

 

B

Jogos Colegiais.

De pé: Salotti, Renato Pistelli, Testa, Jacu, Dema, Zé Villela, Bertinho – Agachados: Molina, Mindazinho (Quirino), Ari Quirino, Marcão, Sufe, Adolpo Pinheiro.

 

Piscina

Piscina ACCP

Berto Monteiro, Osny, Chiquinho Fernandes, Fábio Della Corte, Kerje, Celso Della Corte.

 

Piscina

Piscina ACCP

De pé: Adolpho, Theofilo, Rui, Testa, Luiz Carlos, X.  Sentado: Geraldo Menezes, Chiquinho, Rubinho, João Galante.

 

Piscina ACCP

Piscina ACCP

Rui, Rubinho, Chiquinho, João Galante, Testa, Luiz Carlos. Na frente X , Paulinho.

 

Piscina ACCP

Piscina ACCP

Chiquinho, Rui, Taules Brazão.

 

Futebol 1959

Futebol 1959

De pé: Tinin, João Coxa, Dirceu, Caldeira, Contin, Osvaldo. Agachados: Sergio Borzani, Gaspar, Bastião, Fernando, Nelson Antonialli.

 

Futebol

Futebol

Zoldan, Chelo, Bastião, Tininho, Reinaldo Cassiolato, Baligo, Edgar Pereira. Agachados: Diego Brasão, Hugo Boldrini, X, X, X.

 

Jogos Colegiais 1960 - Poços de Caldas

Jogos Colegiais 1960 – Poços de Caldas

De pé: Aidê, Gilberto, Mario Marcos, Sergio Maschiello, Chiquinho, Tibério, Midon, Zelão, Andriechi – Agachados: Remo, Zé Pichione, Neide, Elô, Terezinha Sampaio, Cecília, Heitor.

 

Tiro de Guerra - 1960

Tiro de Guerra – 1960

 

Primeira Comunhão com o Padre Lino

Primeira Comunhão com o Padre Lino

 

Filhas de Maria com o Padre Lino

Filhas de Maria com o Padre Lino

 

Carnaval ACCP - 1961

Carnaval ACCP – 1961

 

Basquet Escola Técnica do Comércio – 1961

Basquete Escola Técnica do Comércio – 1961

Sr. Jonas Capelli, Melão, Paulo, Molina – Agachados: Vicente, Valdir, Marcão e Ditão.

 

Tiro de Guerra 1961

Tiro de Guerra 1961

 

Tiro de Guerra 1961

Tiro de Guerra 1961

 

Jogo Regionais Média Mogiana – 1962 – Poços de Caldas

Jogo Regionais Média Mogiana – 1962 – Poços de Caldas

Aloysio, Papa, Geraldo Pistelli, Salotti, Caneta, Celso Della Corte, Testa, Luis Carlos, Paulinho Alexandre, Zé Norberto, Heloisa Helena Magalhães, Zé Piteira, França, Olmeto Pistelli, Maria Antonia, Zézinho Matos, Celso Barbosa, Chiquinho Fernandes, Djalma Santos, Pé Roxo, Mulato, Zé Rossi, João Cabeçudo, Vandico Zanchetta, Ary e Sandra Marcondes.

 

Celso Barbosa e Mário Marcos,

Celso Barbosa e Mário Marcos.

 

Formatura 4ª Série

Formatura 4ª Série – 1962

 

Carvallho Pinto e José Bonifácio – 19/08/1962

Visita do Governador Carvallho Pinto e José Bonifácio – 19/08/1962

 

Carnaval ACCP -1963

Carnaval ACCP -1963

Márcio, Heloísa Helena Magalhães e Chiquinho Fernandes.

 

Diretoria do Grêmio 7 de Abril 1963

Diretoria do Grêmio 7 de Abril 1963.

Presidente Ciro – Vice Francisco Fernandes – De pé:  Amauri Palma, Celso Barbosa, Waltinho Vicioni, Ponga, Alvaro,  Neto, Zé Norberto, Evaldo Dourador, Paulo Della Torre, Salotti, Zacarias.  Sentados: Chiquinho Fernandes, Marlene Palma, Ciro, Célia Ranzani, Salotti, Celi Sartori.

 

Conjunto Star Dust – 1963

Conjunto Star Dust – 1963

 

Orquestra da Cidade – 1963

Orquestra da Cidade – 1963

Vasconcelos no violino, Eumisa Maria dos Santos no acordeon, Antonio Mario Pereira da Silva, Edgard Guerreiro, Suelly Abdalla Badra, Pier Zanchetta, Argemiro Bozzeda, Tito Lívio Paschoal, Luizinha Lauretti, Carlito Rossi, Pedro Ferriolli, José Alberto Souza de Oliveira ( Zé dentista), José Menezello, Caetano Marques, Hilário Leite Ribeiro, e Jorge Khouri.

 

Orquestra da Cidade – 1963

Orquestra da Cidade – 1963

De pé Suelly Abadalla Brada, atrás Chiquinho Fernandes, Carlito Rossi, Pedro Ferriolli, Joaquim Vasconcellos, Pier Zanchetta e Eumisa dos Santos de costa.

 

Orquestra da Cidade – 1963

Orquestra da Cidade – 1963

Edgard Guerreiro e e Suelly Abdalla Brada.

 

Esporte Clube Bancários - 1963

Esporte Clube Bancários – 1963

Anchieta, Earle, J. Pegoritti, Garcia, Cunha, Zé Paulino, Lairson, Zé Dontal.

 

Tiro de Guerra – 08/11/1963

Tiro de Guerra – 08/11/1963

 

Futebol de Salão 1964

Futebol de Salão 1964

De pé: Dr. Jacintho Elias Rocha Brito, Dr. José Benedito Pellegrini, Antônio Garcia Parra, José Maria de Souza Franco, Alfredo Paulo de Azevedo Filho (Dinho), capitão do Time, e Antônio de Oliveira (Estevinho). Agachados: Dr. Reinaldo Christofaro Mazzafera, Dr. Theophilo Siqueira Filho, Pedro Jose Carrara,  Wanderley Domingos Carrara e Gilberto Fernandes.

 

Baile Caipira ACCP – 28/06/65

Baile Caipira ACCP – 28/06/65

Amauri Palma e Chiquinho Fernandes.

1965

1965

Sergio, Moacir, Paulinho, Chiquinho e Jacu.

 

ACCP

ACCP

Berto Monteiro, Dontal, Molina. Agachados: Jair e Rui.

 

Futebol ACCP

Futebol ACCP

De pé: Antonio Garcia Parra, x, x, Wanderley Domingos Carrara, Antonio de Oliveira (Estevinho), Paulinho Soldado, Dr. Sandoval – Agachados:  Reginaldo Mazzafera, Chico Zogbi, Pedro José Carrara, Skandar Mussi, Theophilo, Shock.

 

Esporte Clube Bancários – Quadra Escola Industrial

Esporte Clube Bancários – Quadra Escola Industrial

Dr. Theophilo, João Pegoratti, Cunha, Carlinhos. Agachados: Lairson, Zé Dontal, Zé Paulinho.

 

 

Partida de Futebol 19/12/1965

Partida de Futebol 19/12/1965

Com ataque reserva, perdemos para os bancários 2X0 (sem Ribamar, Rossi, Zé Carlos (cabecinha de ouro). De pé: Jair, S. Rosa, Toinho, Robertão, Fubina, Brazão – Agachados: Zezinho, Bertinho Heitor, Dalmércio e Sartori.

 

 

A turma reunida na calçada.

A turma reunida na calçada.

Sentados – Sufe, Caneta, Testa, Celso, Paulinho, Moacir, Charles. De pé:  Jacu, Chiquinho, Duda, Licínio Zanchetta.

 

Devido o grande número de fotos e também  para não ficar tão extenso, fiz o “Post”em 2 partes, amanhã continuo com as fotos de Chiquinho Fernandes.

Um grande abraço

Maria Clara

 

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